Especiais e Opinião

  1. Com Haaland voando, Manchester City goleia o Burnley

    Nunca subestime Erling Haaland, mesmo não marcando após 90 minutos. O norueguês parecia estar tendo um jogo apagado enquanto o Manchester City lutava para vencer o Burnley, até que se destacou bem no final, com dois gols e uma assistência. Antes do desencanto de Haaland nos acréscimos, o City foi beneficiado por dois gols contra de Maxime Estève e um de Matheus Nunes, com assistência do camisa 9

  2. Mason Melia: O Isak irlandês contratado pelo Spurs

    O Tottenham não esconde seu desejo de se tornar um destino de primeira linha para os melhores jovens talentos do mundo. "Você pode tentar vender uma visão para alguém, mas se há prova física tangível disso... Qualquer um que nos tenha assistido desde que cheguei verá as aspirações que temos de ser o tipo de time que queremos ser. Não sou apenas eu dizendo isso, estamos realmente fazendo acontecer," disse o ex-treinador, Ange Postecoglou, ainda quando estava no comando

  3. Como Mbappé foi de problema a protagonista no Real Madrid

    Kylian Mbappé estava em segundo plano enquanto Xabi Alonso discursava. Era logo após a estreia na fase de grupos da Champions League. Mbappé havia comandado uma virada impressionante do Real, marcando duas vezes para reverter a desvantagem de 1 a 0 para o Olympique de Marseille. Alonso exaltava o camisa 7, destacando seu “impacto incrível” e prometendo que “era só o começo”. Então, ao perceber que o atacante estava na sala, encerrou a fala com um sorriso tímido.

  4. Pep Guardiola se transformou em um "novo" José Mourinho?

    Muito se falou de uma suposta retranca do Arsenal no empate por 1 a 1 com o Manchester City no Emirates Stadium, mas foi o time visitante que adotou um “park the bus" para tentar arrancar a vitória. No fim, nenhum dos lados mereceu sair com os três pontos, e o empate acabou justo, mas a atuação da equipe de Pep Guardiola deixou dúvidas no ar..

  5. Trono de Marta ameaçado pela Bola de Ouro Aitana Bonmatí?

    É incrível pensar que, há apenas quatro anos, Aitana Bonmatí foi protagonista de uma das maiores injustiças da história da Bola de Ouro. Após brilhar na primeira conquista da Champions League feminina pelo Barcelona, a meio-campista parecia ser nome certo entre as indicadas ao prêmio, mas sequer entrou na lista das 20 finalistas. Ela levou para o lado pessoal? Considerando seu foco no coletivo acima do individual, talvez não. Mas, de lá para cá, tornou-se impossível ignorá-la: nesta segunda-feira (22), Bonmatí ergueu sua terceira Bola de Ouro seguida.