Últimas notícias

  1. O que vem por aí para o Barça - e para a Espanha - com a saída do trio de craques?

    Basta dar uma rápida olhada na convocação da Espanha para o confronto contra a Inglaterra, na sexta-feira, em uma partida decisiva das eliminatórias da Copa do Mundo Feminina, para perceber que há um clube mais representado do que qualquer outro: o Barcelona. Onze das 25 jogadoras convocadas por Sonia Bermúdez atuam na Catalunha, e a La Roja tem sabido aproveitar essa proximidade de maneira muito eficaz ao longo dos anos. Mas muitas coisas vão mudar no Barça neste verão.

  2. Será que a Inglaterra está mesmo prestes a deixar o craque Bellingham no banco?

    "Quem mais?!" Foram essas as palavras de Jude Bellingham ao sair correndo em comemoração depois que seu incrível chute de bicicleta empatou o jogo da Inglaterra aos 95 minutos da partida das oitavas de final da Euro 2024 contra a Eslováquia. Os Três Leões vinham jogando muito mal até aquele momento, mas o lance heróico de Bellingham manteve a equipe na competição, dando continuidade a uma temporada em que ele tem sido, repetidas vezes, o jogador decisivo do Real Madrid.

  3. O Arsenal está prestes a contratar o ala de 16 anos do Leicester

    O Arsenal está prestes a fechar um acordo para contratar Jeremy Monga, o promissor jovem do Leicester City, à frente de outros clubes da Premier League interessados no jogador. Os atuais campeões da primeira divisão fizeram do ala de 16 anos uma prioridade para esta janela de transferências, buscando reforçar agressivamente seu elenco com os melhores jovens talentos nacionais disponíveis no país.

  4. Cherki marca, mas a França não consegue a vitória na derrota para a Costa do Marfim

    Rayan Cherki marcou um gol memorável, mas uma seleção francesa bastante alterada não conseguiu manter a vantagem e acabou perdendo por 2 a 1 para a Costa do Marfim em seu primeiro jogo de preparação para a Copa do Mundo. O técnico Didier Deschamps fez várias alterações, mas mesmo assim escalou um time forte. Apesar de alguns momentos brilhantes, os Bleus não conseguiram apresentar um desempenho consistente — e acabaram pagando por isso.