Especiais e Opinião

  1. Trent e Watkins entram, Foden sai: a seleção ideal da Inglaterra segundo o GOAL

    O caminho para a Copa do Mundo de 2026 está quase no fim para a Inglaterra. A próxima vez que os Três Leões se reunirem, será para disputar dois amistosos de preparação nos Estados Unidos, contra a Costa Rica e a Nova Zelândia, antes de estrearem na competição contra a Croácia, no dia 17 de junho. Eles chegarão como um dos favoritos ao título, com a pressão sobre Thomas Tuchel e seus jogadores para finalmente pôr fim a 60 anos de sofrimento.

  2. As maiores estrelas que não conseguiram se classificar para a Copa do Mundo de 2026

    Faltam agora pouco mais de dois meses para a fase final da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, Canadá e México, com todas as 48 seleções já confirmadas após o término das diversas repescagens durante a janela internacional de março. Todas as favoritas antes do torneio passaram com sucesso pelas eliminatórias, incluindo Espanha, Brasil, Inglaterra, França e a atual campeã, a Argentina.

  3. Jude deve ser titular pela Inglaterra — mas Kane é a chave para a glória na Copa do Mundo de 2026

    Nunca é fácil com a seleção masculina da Inglaterra. No papel, eles deveriam ter qualidade, experiência e poder de fogo suficientes para fazer a maioria das seleções do planeta virar pó. Mas aí você se senta, assiste ao jogo e se pergunta se eles não são, na verdade, um grupo de completos estranhos reunidos apenas por maldade, com o objetivo de irritar um pouco os torcedores que tanto esperavam deles. A julgar pelos amistosos de março, seria uma suposição bastante razoável.

  4. Bruno se destaca e Félix marca para a seleção portuguesa sem Ronaldo

    Bruno Fernandes deu duas assistências e João Félix marcou um gol na vitória de Portugal por 2 a 0 sobre os Estados Unidos, nesta terça-feira. A Seleção marcou um gol em cada tempo e manteve a disciplina entre eles para garantir a vitória em Atlanta. O técnico Roberto Martínez gostaria de ter contado com Cristiano Ronaldo, mas ficará animado com o fato de que sua equipe conseguiu o resultado sem o seu principal jogador.

  5. Palmer e Foden estão entre os jogadores que deixaram a desejar na lamentável derrota da Inglaterra para o Japão

    No último jogo da Inglaterra antes do fim da temporada de clubes 2025-26, a seleção perdeu por 1 a 0 em casa para o Japão, em um amistoso disputado na terça-feira. Thomas Tuchel fez 10 alterações na equipe que começou o empate em 1 a 1 com o Uruguai na última sexta-feira, colocando em campo a maioria de seus jogadores preferidos que devem ir para a Copa do Mundo — com exceção de Harry Kane e Jude Bellingham, que não estavam em condições físicas ideais —, mas eles apresentaram um desempenho desorganizado que levantou mais dúvidas sobre suas chances de conquistar o título neste verão.

  6. O que o Spurs está pensando?! De Zerbi é o treinador ERRADO

    Então, aqui estamos nós de novo, Tottenham Hotspur. Após sete partidas sob o comando de Igor Tudor, que deveria salvar o Spurs do rebaixamento, o time parece mais condenado do que nunca. A equipe está a apenas um ponto dos três últimos colocados da Premier League e é a única que ainda não conquistou nenhuma vitória na primeira divisão em 2026. Sempre que parece que eles conseguiram dar a volta por cima, um novo desastre os aguarda logo à frente.

  7. Como Russo voltou a entrar na disputa pela Bola de Ouro

    As discussões sobre a capacidade goleadora de Alessia Russo têm dominado as conversas em torno da jogadora da seleção inglesa durante a maior parte de sua carreira profissional até o momento. Isso se tornou especialmente evidente desde sua transferência do Manchester United para o Arsenal, há três anos, com o aumento do escrutínio devido à mudança e também ao fato de ela ter se tornado a atacante titular das Lionesses. Mas, nesta última semana em particular, Russo demonstrou os avanços notáveis que fez para que essas discussões se tornem obsoletas.

  8. LEGACY: Os rapazes da Inglaterra de 1966 e como o futebol “voltou para casa”

    Esta é a “Legacy”, a série de reportagens e podcasts da GOAL que acompanha o caminho rumo à Copa do Mundo de 2026. Todas as semanas, revisitamos as histórias, os momentos e os mitos que moldaram o futebol mundial. Esta semana, revisitamos o caminho extraordinário, turbulento e muitas vezes inacreditável que levou ao triunfo da Inglaterra em 1966. Esta é a ascensão, a redenção e o peso duradouro de 1966 — a história da única vez em que o futebol realmente “voltou para casa”...

  9. Tuchel está ERRADO: Maguire tem de ser convocado para a seleção da Inglaterra

    Não há como criticar Thomas Tuchel quando se trata de honestidade. Trata-se de um técnico que afirmou em uma rádio nacional que sua mãe acha o craque Jude Bellingham “repulsivo”, que repreendeu os torcedores ingleses em Wembley por ficarem “em silêncio” durante um amistoso contra o País de Gales e que disse que o número de gols de Bukayo Saka pela seleção inglesa — o maior de qualquer jogador do Arsenal na história — não era bom o suficiente.

  10. Tudor, Moyes e os 10 piores mandatos de treinadores da história da Premier League

    Parafraseando o grande Homer Simpson, não é só fácil criticar, como também é divertido. É bem simples ficar sentado julgando dessa torre de marfim, mas, afinal, isso é futebol: apenas um jogo de opiniões. Ser técnico da Premier League deve ser uma das funções mais solitárias do mundo, especialmente quando os resultados são instáveis e a estabilidade no cargo é alvo de especulações internacionais.

  11. Será que a Itália conseguirá superar seus problemas e acabar com a má fase na Copa do Mundo?

    A Itália é uma potência da Copa do Mundo. Apenas o Brasil, pentacampeão, conquistou o título mais vezes do que a Azzurri (quatro). No entanto, já se passaram 20 anos desde a última vez que a Itália levantou o troféu. Pior ainda, a seleção não conseguiu se classificar para as duas últimas edições do torneio, o que significa que há toda uma geração que nunca viu seu país disputar uma Copa do Mundo.

  12. Nusken salva o Bronze do vexame em jogo emocionante do Chelsea com sete gols

    Lucy Bronze passou por uma partida de pesadelo pelo Chelsea no confronto da WSL contra o Aston Villa, mas a lendária zagueira das Lionesses teve sua reputação salva por Sjoeke Nusken em um jogo caótico e emocionante com sete gols, que terminou em 4 a 3. Sam Kerr, Naomi Girma e Lauren James também marcaram para o Blues em um confronto cheio de reviravoltas, o que significa que a defesa do título ainda não está oficialmente encerrada.

  13. Trump, ICE e Irã: seis grandes preocupações antes da Copa do Mundo

    Em novembro, tivemos a mais emocionante demonstração possível da magia da Copa do Mundo. A história foi feita na Jamaica, quando Curaçao se tornou a menor nação a se classificar, ao empatar em 0 a 0 com os Reggae Boys em Kingston. Em outras partes da CONCACAF, o Haiti conseguiu garantir uma vaga na fase final pela primeira vez em 50 anos com uma vitória por 2 a 0 sobre a Nicarágua — apesar de não ter conseguido disputar nenhuma partida em casa devido ao conflito em curso na ilha caribenha.

  14. Russo pinta o norte de Londres de vermelho com um hat-trick em 22 minutos

    Um hat-trick de Alessia Russo no primeiro tempo impulsionou o Arsenal à vitória por 5 a 2 sobre o rival do norte de Londres, o Tottenham Hotspur, na Superliga Feminina, no sábado. As Gunners estão de olho nas quartas de final da Liga dos Campeões contra o Chelsea, após terem derrotado os Blues por 3 a 1 na partida de ida na terça-feira, antes de irem a Stamford Bridge no meio da próxima semana, e garantiram que estão no caminho certo para se classificar para a edição da próxima temporada com uma vitória esmagadora de volta à ação nacional.

  15. Miedema brilha na goleada do Man City em Old Trafford

    Vivianne Miedema foi a grande estrela da partida em que o Manchester City arrasou no Old Trafford na tarde de sábado, humilhando o Manchester United com uma vitória dominante por 3 a 0 e dando um grande passo rumo ao seu primeiro título da Superliga Feminina em 10 anos. Dois gols de cabeça de Miedema em dois minutos do primeiro tempo deram ao City um início avassalador e estabeleceram uma vantagem confortável que nunca seria perdida, enquanto Kerstin Casparij fechou o placar após o intervalo, levando a equipe de Andree Jeglertz a uma vantagem de 11 pontos na liderança da tabela.