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A Federação Belga de Futebol (RBFA) vai recorrer da revogação da suspensão imposta ao jogador norte-americano Folarin Balogun — e, ao mesmo tempo, apresentou fortes acusações contra a FIFA.
A Copa do Mundo estava, na verdade, começando a ficar um pouco mais interessante. Depois que a fase de grupos, com seu formato ridículo, praticamente eliminou qualquer suspense, o tão esperado início das eliminatórias, como era de se esperar, nos proporcionou alguma emoção genuína — tanto que, na verdade, você provavelmente já esqueceu como o Irã foi tratado de forma vergonhosa pelos Estados Unidos. Ou que o árbitro Omar Artan — assim como milhões de outros africanos — nem sequer teve permissão para comparecer.
A UEFA lançou um ataque contundente à FIFA após a decisão surpreendente da entidade de permitir que o atacante da seleção dos EUA, Folarin Balogun, escapasse de uma suspensão automática. A entidade europeia afirmou que a medida “ultrapassou um limite” e alertou que a integridade da Copa do Mundo está agora em risco, depois que o atacante do Mônaco foi autorizado a enfrentar a Bélgica.
Comunicado contundente da UEFA sobre o caso Balogun, cuja suspensão foi revogada pela FIFA: “Incrédulo diante de uma decisão tão sem precedentes, incompreensível e injustificável”.
Thomas Tuchel fez uma crítica sarcástica ao processo disciplinar da FIFA, brincando que o capitão da Inglaterra, Harry Kane, talvez devesse pressionar o presidente dos EUA, Donald Trump, para resolver o problema da suspensão de Jarell Quansah, jogador dos Três Leões. Os comentários surgiram após uma decisão surpreendente que permitiu que Folarin Balogun, estrela da seleção masculina dos EUA, fosse autorizado a jogar, apesar de ter recebido um cartão vermelho direto no início do torneio.