Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
FIFA World Cup 2026 Official DrawGetty Images Sport
Traduzido por

Imprensa internacional: Trump e Infantino arrastam o futebol para um pântano de corrupção

A decisão da Federação Internacional de Futebol (FIFA) de anular o cartão vermelho recebido pelo atacante americano Folarin Balogun e permitir que ele jogasse contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 gerou uma enxurrada de críticas internacionais, após uma intervenção direta do presidente americano Donald Trump, em um caso descrito como uma “farsa”, e “corrupção no futebol”.

O jornal belga “Het Nieuwsblad” descreveu a decisão como “uma farsa, aliás, uma farsa muito grave”, enquanto o jornal britânico “Daily Mail” adotou uma postura mais firme, considerando que “Trump e Infantino estão arrastando o futebol para um pântano de corrupção”.

Trump agradece publicamente à FIFA

Pela primeira vez na história da Copa do Mundo, o presidente de um país anfitrião interveio publicamente em uma decisão arbitral: Trump agradeceu à FIFA em sua conta oficial “por ter feito a coisa certa e corrigido uma grande injustiça”, em uma declaração que provocou uma onda de indignação nos círculos esportivos internacionais.

Balugon havia recebido um cartão vermelho em uma partida anterior, o que significava sua suspensão automática para o confronto contra a Bélgica, mas a FIFA voltou atrás na decisão de forma inesperada, em uma medida sem precedentes na história do torneio.

Bélgica ameaça a FIFA com comunicado oficial

A decisão provocou rapidamente a indignação da seleção belga, que respondeu com um comunicado oficial condenando o “escândalo” e ameaçando a FIFA com ações judiciais, considerando que a decisão “prejudica a imparcialidade da competição e atinge em cheio a credibilidade do torneio”.

A indignação não se limitou à Bélgica, mas se estendeu a diversos meios de comunicação internacionais. O jornal britânico “Daily Star” afirmou que “o perdão concedido a Balagoun deixou a Bélgica atônita”, ao mesmo tempo em que descreveu a situação como “um precedente perigoso que ameaça o futuro do futebol”.

Raro consenso internacional na condenação da decisão

Pela primeira vez, a imprensa francesa concordou com os belgas em uma posição rara, com o jornal “Le Parisien” descrevendo a anulação do cartão vermelho como “uma grande vantagem para os Estados Unidos às custas da imparcialidade da competição”, em referência ao benefício ilícito decorrente da interferência política.

A notícia ganhou as manchetes dos jornais internacionais antes do aguardado jogo entre os Estados Unidos e a Bélgica, em meio a questionamentos crescentes sobre o impacto dessa decisão no andamento da partida e até que ponto as pressões políticas influenciam as decisões arbitrais da Fifa.

Crise de confiança na FIFA

Essa decisão representa mais um golpe à credibilidade da FIFA, que enfrenta críticas crescentes quanto à transparência de suas decisões, especialmente considerando que os Estados Unidos sediarão o torneio ao lado do Canadá e do México, o que suscita temores quanto à influência de pressões políticas nos aspectos técnicos da competição.

GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

Siga GOAL no Google