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Novo formato do Mundial cria encontros históricos entre seleções que jamais se enfrentaram em Copas, tornando a edição de 2026 uma das mais imprevisíveis da história
A espera acabou. Christian Pulisic e a seleção masculina dos EUA estreiam em casa na Copa do Mundo contra o Paraguai nesta sexta-feira, com a condição física de Chris Richards e decisões importantes em destaque.
A Argentina reconquistou o primeiro lugar no Ranking Mundial Masculino da FIFA. A atualização chega no momento ideal para a equipe de Lionel Scaloni, agora que a Copa do Mundo de 2026 está oficialmente em andamento e a Argentina busca defender seu título.
O New York Knicks conseguiu a maior virada da história das finais da NBA, e a comemoração do astro da seleção americana de futebol, Tyler Adams, com seus companheiros de equipe foi capturada pelas câmeras. O vídeo se tornou viral, acumulando mais de 5,2 milhões de visualizações no X, e Adams admitiu ter se inspirado na atitude de nunca desistir do Knicks contra o San Antonio Spurs.
A nova função de Sergino Dest, a condição física de Chris Richards e as convocações de última hora deixam Pochettino diante de decisões importantes, enquanto o GOAL apresenta o time ideal da seleção dos EUA para a Copa do Mundo.
A Copa do Mundo de 2026 está quase aí. Ao longo da próxima semana, as conversas vão dar lugar à ação, e as seleções terão de provar seu valor com o desempenho em campo na América do Norte. Todos os caminhos, seja pelos Estados Unidos, pelo México ou pelo Canadá, levarão a Nova Jersey no dia 19 de julho, para a maior partida de futebol do planeta: a final da Copa do Mundo.
Após anos de expectativa, a Copa do Mundo de 2026 está prestes a começar. Os melhores jogadores do mundo chegaram aos Estados Unidos, ao México e ao Canadá com o sonho de levantar o troféu mais prestigiado do futebol mundial, antes do início das partidas na Cidade do México.
A Copa do Mundo de 2026 está quase aí. Após anos de expectativa, eliminatórias emocionantes e inúmeras notícias — boas e ruins — em torno da principal competição da FIFA, jogadores e treinadores de todo o mundo estão dando os últimos retoques nos preparativos, depois de se reunirem nos Estados Unidos, no México e no Canadá para o maior torneio internacional de futebol já realizado.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, causou polêmica ao pedir às pessoas que “calmassem a cabeça e relaxassem” depois que o árbitro somali Omar Artan teve sua entrada nos Estados Unidos negada para a próxima Copa do Mundo. Infantino insistiu que a entidade não é “dona do mundo” e não pode ignorar decisões rigorosas de controle de fronteiras, deixando o árbitro arrasado e sem poder participar do grande evento mundial.
Em março, depois que a seleção masculina dos Estados Unidos sofreu duas derrotas consecutivas para a Bélgica e Portugal, Mauricio Pochettino questionou em voz alta a qualidade dos jogadores que tinha à sua disposição. Se essa reflexão em voz alta partiu de uma atitude honesta ou de uma tentativa de motivar a equipe, só Pochettino sabe. A única certeza era que sua avaliação foi direta: sua equipe, jogador por jogador, não estava à altura da elite.
O árbitro somali Omar Artan ficará de fora da próxima Copa do Mundo após ter sido, de forma surpreendente, impedido de entrar nos Estados Unidos. O árbitro foi recusado pelas autoridades de imigração no Aeroporto Internacional de Miami, o que arruinou completamente sua oportunidade histórica de se tornar o primeiro representante de seu país a arbitrar o principal torneio mundial.
Os EUA reagiram bem ao ficarem perdendo por 1 a 0 contra a Alemanha, mas acabaram se contentando com pouco mais do que uma derrota merecida contra um adversário superior — um resultado assustadoramente familiar.
Ao longo dos últimos anos, o futebol americano tem insistido repetidamente para que Christian Pulisic enxergue a realidade. A pergunta já surgiu de várias formas, mas sempre girou em torno da mesma ideia: ele sente o peso de ser o rosto da seleção masculina dos Estados Unidos à beira de uma Copa do Mundo em casa?
O GOAL analisa quem se destacou, quem ainda tem dúvidas a esclarecer e o que Mauricio Pochettino pode ter aprendido com os últimos amistosos da seleção americana antes da Copa do Mundo.