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Antes do início da sexta Copa do Mundo de Lionel Messi, o consenso geral era de que ele já tinha visto e feito de tudo. Depois de praticamente encerrar a carreira no futebol há quatro anos, no Catar, havia até mesmo o receio de que, aos 39 anos, ele não tivesse como ampliar seu legado — apenas manchá-lo um pouco. Messi, porém, passou toda a sua carreira desafiando os clichês e conseguiu, de fato, consolidar seu status como o maior jogador de todos os tempos ao se tornar o maior artilheiro e o maior criador de jogadas da história da Copa do Mundo durante a campanha da Argentina até as semifinais.
Antes do jogo da Suíça contra a Argentina na Copa do Mundo, o ex-goleiro da seleção nacional Jens Lehmann minimiza as chances dos suíços de avançarem na competição. A resposta não demora a chegar.
Espanha x França e Inglaterra x Argentina são os destaques de uma rodada de semifinais cheia de grandes nomes, à medida que a Copa do Mundo entra em sua semana decisiva.
John Terry lançou o desafio antes do confronto monumental da Inglaterra contra a Argentina na semifinal da Copa do Mundo, afirmando que os Três Leões possuem um elenco superior ao dos atuais campeões mundiais. O ex-capitão do Chelsea acredita que a equipe de Thomas Tuchel não tem motivos para temer os gigantes sul-americanos, apesar da presença do eterno Lionel Messi.
Lionel Messi está “mais mortal agora”, afirmou o ex-jogador da seleção da Inglaterra Gary Pallister ao GOAL, com os Três Leões sendo considerados capazes de impedir a Argentina de defender o título da Copa do Mundo. A equipe de Thomas Tuchel deve enfrentar os atuais campeões na quarta-feira, e já surgem dúvidas sobre a melhor maneira de conter um grande jogador de todos os tempos que continua em plena forma.