As Lionesses da Inglaterra sempre tiveram grandes artilheiras. Mesmo antes de a equipe se tornar a grande favorita que é hoje — conquistando dois Campeonatos Europeus consecutivos sob o comando de Sarina Wiegman e chegando à sua primeira final da Copa do Mundo Feminina —, elas já contavam com um talento ofensivo incrível, tendo como principal exemplo a ícone do Arsenal, Kelly Smith, amplamente considerada a maior jogadora de todos os tempos das Lionesses.
A seleção feminina da Inglaterra tem obtido grande sucesso nos últimos anos, conquistando o Campeonato Europeu em 2022 e 2025 e chegando à final da Copa do Mundo Feminina de 2023; as jogadoras que participaram dessas conquistas na equipe de Sarina Wiegman estão agora começando a entrar para os livros de recordes, tanto em termos de partidas disputadas quanto de troféus conquistados.
A capitã das Lionesses, Leah Williamson, é uma das quatro jogadoras de futebol indicadas para receber prêmios no prestigioso Laureus World Sports Awards 2026, com sua seleção inglesa também selecionada após vencer o Campeonato Europeu de 2025. Lamine Yamal foi o único jogador de futebol a ganhar um prêmio na cerimônia do ano passado, com o Real Madrid também levando um prêmio por equipes, mas as chances de mais reconhecimento são maiores este ano, com um número significativamente maior de indicados do mundo do futebol.
A véspera de Ano Novo está se aproximando, o que significa que 2025 está prestes a ficar para trás — mas como o ano será lembrado no mundo do futebol? Para alguns jogadores, treinadores e clubes, foi certamente um período inesquecível. O Paris Saint-Germain, por exemplo, finalmente ergueu o troféu que tanto cobiçava, a Champions League, validando uma mudança estratégica sensata por parte de seus proprietários, que abandonaram a política de contratar superestrelas para investir pesado no desenvolvimento de jovens talentos.
Não faltaram estrelas em campo quando o Manchester City enfrentou o Arsenal em um jogo eletrizante pela Women’s Super League no início de outubro. Bastava olhar para as escalações para ver nomes de peso como Chloe Kelly, Khadija Shaw, Alessia Russo, Vivianne Miedema e Mariona Caldentey — todas candidatas naturais a decidir a partida. Mas, no fim, quem brilhou foi uma jovem promessa: a talentosa Iman Beney
É incrível pensar que, há apenas quatro anos, Aitana Bonmatí foi protagonista de uma das maiores injustiças da história da Bola de Ouro. Após brilhar na primeira conquista da Champions League feminina pelo Barcelona, a meio-campista parecia ser nome certo entre as indicadas ao prêmio, mas sequer entrou na lista das 20 finalistas. Ela levou para o lado pessoal? Considerando seu foco no coletivo acima do individual, talvez não. Mas, de lá para cá, tornou-se impossível ignorá-la: nesta segunda-feira (22), Bonmatí ergueu sua terceira Bola de Ouro seguida.
A Bola de Ouro. Quer se goste ou não, é o prêmio que todo jogador de futebol do mundo sonha em ganhar um dia. E agora, após uma memorável temporada 2024-25, foi anunciada a vencedora da Bola de Ouro Feminina de 2025: Aitana Bonmati. A estrela do Barcelona teve um desempenho excepcional pelo seu clube no ano passado, com sua consistência de nível mundial se destacando na conquista da tríplice coroa nacional pelos catalães, enquanto suas atuações pela Espanha foram suficientes para torná-la a Melhor Jogadora do Torneio da Euro 2025.
Inglesas buscam o bicampeonato da Euro, enquanto a campeã mundial tenta conquistar seu primeiro título continental e coroar uma era histórica; veja tudo sobre a decisão