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A espera acabou. Christian Pulisic e a seleção masculina dos EUA estreiam em casa na Copa do Mundo contra o Paraguai nesta sexta-feira, com a condição física de Chris Richards e decisões importantes em destaque.
A nova função de Sergino Dest, a condição física de Chris Richards e as convocações de última hora deixam Pochettino diante de decisões importantes, enquanto o GOAL apresenta o time ideal da seleção dos EUA para a Copa do Mundo.
Em março, depois que a seleção masculina dos Estados Unidos sofreu duas derrotas consecutivas para a Bélgica e Portugal, Mauricio Pochettino questionou em voz alta a qualidade dos jogadores que tinha à sua disposição. Se essa reflexão em voz alta partiu de uma atitude honesta ou de uma tentativa de motivar a equipe, só Pochettino sabe. A única certeza era que sua avaliação foi direta: sua equipe, jogador por jogador, não estava à altura da elite.
Ao longo dos últimos anos, o futebol americano tem insistido repetidamente para que Christian Pulisic enxergue a realidade. A pergunta já surgiu de várias formas, mas sempre girou em torno da mesma ideia: ele sente o peso de ser o rosto da seleção masculina dos Estados Unidos à beira de uma Copa do Mundo em casa?
O GOAL analisa quem se destacou, quem ainda tem dúvidas a esclarecer e o que Mauricio Pochettino pode ter aprendido com os últimos amistosos da seleção americana antes da Copa do Mundo.
Brad Friedel procurou, durante uma entrevista exclusiva ao GOAL, minimizar as expectativas em torno do “garoto-propaganda” Christian Pulisic, mas considera que outros quatro jogadores devem integrar, ao lado do “Capitão América”, o grupo de titulares “indispensáveis” da seleção americana. Considera-se que os Estados Unidos contam com uma “geração de ouro” de talentos, à medida que se aproxima a Copa do Mundo em casa.
Christian Pulisic voltou a mostrar seu melhor nível, Ricardo Pepi e Folarin Balogun impressionaram, e a seleção dos EUA deu motivos reais para otimismo em relação à Copa do Mundo contra o Senegal.
Há questões a serem levantadas sobre a seleção masculina de futebol dos Estados Unidos, além de muitos assuntos em destaque nas principais seleções sul-americanas, com o torneio se aproximando.
Christian Pulisic ficou de fora da derrota do AC Milan por 3 a 2 para a Atalanta devido a uma lesão no glúteo, embora a ESPN tenha informado que sua ausência foi, em grande parte, “por precaução”. Ainda não foi divulgado um prazo para seu retorno, mas o momento está longe de ser ideal: o Milan tem mais duas partidas pelo campeonato e mantém a quarta colocação, a última vaga para a fase de qualificação da Liga dos Campeões, graças ao saldo de confrontos diretos com a Roma.
Christian Pulisic rebateu as críticas que questionam seu desempenho recente, classificando as preocupações com sua falta de gols em 2026 como “perguntas sem sentido” na véspera da Copa do Mundo. O atacante do AC Milan, que recentemente foi capa da revista Time, continua confiante em sua capacidade de contribuir para a seleção dos Estados Unidos, que se prepara para co-sediar o torneio.
Christian Pulisic, figura emblemática da seleção masculina de futebol dos Estados Unidos, raramente costuma abrir as portas de sua vida privada para as câmeras, preferindo deixar que suas atuações em campo falem por si. No entanto, às vésperas de uma Copa do Mundo em casa que pode ser decisiva para sua carreira, o atacante do AC Milan finalmente se pronunciou sobre o fim de seu relacionamento com a jogadora profissional de golfe Alexa Melton.
O ex-jogador da seleção dos Estados Unidos, Alexi Lalas, opinou sobre a constituição psicológica de Christian Pulisic depois que o atacante do AC Milan foi considerado “sensível” pelo técnico do clube. Enquanto a seleção americana se prepara para uma Copa do Mundo histórica em casa sob o comando de Mauricio Pochettino, o debate sobre o temperamento do craque ganhou destaque.
A seleção masculina dos Estados Unidos foi informada sobre a fase que “precisa” alcançar na Copa do Mundo de 2026 para ajudar Christian Pulisic, Lionel Messi e a MLS a popularizar o futebol em toda a América. Joe Cole passou um tempo nos Estados Unidos no final de sua carreira como jogador, e o ex-jogador da seleção inglesa explicou ao GOAL por que o futebol é mais atraente do que o futebol americano para um número cada vez maior de jovens.