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A FIFA abriu oficialmente um processo disciplinar contra a Federação Real Espanhola de Futebol (RFEF) após uma onda de gritos antimusulmanos durante o amistoso internacional da última terça-feira contra o Egito. A partida, realizada no Estádio RCDE, em Barcelona, foi marcada por gritos ofensivos que provocaram indignação nacional e uma investigação policial.
Da estreia pioneira para a África em Copas ao renascimento liderado por Mohamed Salah no ciclo de 2018, a trajetória da seleção egípcia mistura glórias, frustrações e um sonho que atravessa gerações
Esta é a “Legacy”, a série de reportagens e podcasts da GOAL que acompanha a contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026. Todas as semanas, exploramos as histórias e o espírito por trás das nações que definem o esporte mais popular do mundo. Nesta semana, focamos no Egito, percorrendo nove décadas de triunfos, decepções, milagres e renascimentos no futebol; desde os anos de silêncio que testaram a paciência de uma nação, até o retorno inesquecível em 1990 e a ascensão de um garoto de Nagrig que carregou os sonhos de um continente nos ombros: Mohamed Salah.
Vinícius Júnior, estrela do Real Madrid, manifestou publicamente seu apoio a Lamine Yamal, do Barcelona, enquanto os dois rivais deixam de lado as cores dos seus clubes para enfrentar o problema recorrente do racismo no futebol espanhol. Após incidentes recentes envolvendo ambos os jogadores, o atacante brasileiro enfatizou a necessidade de figuras de destaque usarem suas plataformas para proteger aqueles que não têm voz.
O técnico do Barcelona, Hansi Flick, reforçou a poderosa mensagem antirracista de Lamine Yamal após os "intoleráveis" gritos islamofóbicos que mancharam o recente amistoso da Espanha contra o Egito. O ponta de 18 anos, muçulmano praticante, expressou sua repulsa depois que espectadores no Estádio RCDE entoaram cantos depreciativos contra sua religião, o que levou a uma investigação formal pela polícia catalã local.