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E assim a espera continua. A derrota da Inglaterra para a Argentina na semifinal da Copa do Mundo, na quarta-feira, significa que sua busca pelo primeiro título internacional desde 1966 se estenderá por uma sétima década. A esperança é que esse jejum chegue ao fim daqui a dois anos, quando os Três Leões forem co-anfitriões do Campeonato Europeu de 2028, mas será que a Inglaterra voltará a chegar a uma final de Copa do Mundo, sem falar em levantar o troféu mais famoso do esporte?
Marc Guehi parece ter questionado a abordagem tática de Thomas Tuchel após a devastadora eliminação da Inglaterra nas semifinais da Copa do Mundo para a Argentina. Os Três Leões perderam a vantagem conquistada no segundo tempo em Atlanta, o que gerou uma onda de críticas em relação à decisão do técnico de recuar para uma formação defensiva.
Jordan Henderson está a caminho de uma rápida recuperação após um acidente inesperado que resultou na fratura do braço enquanto comemorava a dramática vitória da Inglaterra por 3 a 2 sobre o México na Copa do Mundo. O meio-campista escorregou e caiu sobre um painel publicitário no Estádio Azteca, precisando de atendimento médico imediato. Ele agora será submetido a uma cirurgia, mas deve permanecer com a seleção pelo restante do torneio.
A Inglaterra estreou-se com vitória na Copa do Mundo ao derrotar a Croácia por 4 a 2, mas o desempenho foi um pouco irregular, mesmo que o início dominante do segundo tempo tenha causado apreensão em alguns dos principais rivais dos Três Leões na busca pelo título mundial. No geral, Thomas Tuchel parece ter acertado na escolha da escalação. Jude Bellingham mais do que justificou seu lugar no time, enquanto a decisão de escalar Anthony Gordon como titular para que Marcus Rashford pudesse trazer aquele “fator X” saindo do banco valeu a pena.
A Inglaterra parece sentir falta de Harry Maguire, em meio a preocupações com a defesa na Copa do Mundo de 2026, mas Danny Mills explicou ao GOAL por que o zagueiro do Manchester United foi preterido pela segunda vez. Ele ficou de fora da convocação inicial de 26 jogadores de Thomas Tuchel e — apesar das dúvidas sobre sua liderança — foi preterido novamente quando Tino Livramentio desistiu devido a uma lesão e foi necessário encontrar um substituto.
Thomas Tuchel passou mais de um ano tentando definir o melhor time titular da Inglaterra, mas, com os Três Leões prestes a dar o pontapé inicial em sua campanha na Copa do Mundo de 2026, a situação permaneceu incerta até os últimos dias antes do confronto da Inglaterra com a Croácia, em Dallas.
E pronto: a temporada 2025-26 da Premier League chegou ao fim. O Arsenal é o campeão, enquanto o West Ham foi rebaixado junto com o Wolves e o Burnley, já que o Tottenham garantiu a permanência na última rodada. Embora o futebol nem sempre tenha sido dos mais brilhantes, foi uma campanha cheia de reviravoltas nas duas extremidades da tabela, tornando difícil prever qualquer resultado, dada a maior equanimidade entre as equipes da primeira divisão inglesa.
À medida que a temporada 2025-26 da Premier League chega ao fim, é hora de relembrar o que foi uma campanha repleta de reviravoltas. O Arsenal acabou superando o desafio do Manchester City e conquistou o título, mas as vagas para as competições europeias e a última posição na zona de rebaixamento ainda serão decididas na última rodada.
Um torcedor dá sua opinião! Um grande conhecedor de futebol oferece uma aula magistral sobre escalação: um time equilibrado e implacável, montado para dominar em 2026. Você pode não concordar com todos os nomes, mas não dá para ignorar a lógica.
O Manchester City divulgou uma declaração firme condenando os terríveis insultos racistas dirigidos a Antoine Semenyo e Marc Guehi após o dramático empate em 3 a 3 contra o Everton na segunda-feira. Enquanto as autoridades prenderam um homem de 71 anos no estádio por ter atacado verbalmente Semenyo, Guehi foi alvo de insultos repugnantes na internet após um erro grave naquele emocionante confronto pela conquista do título da Premier League.
O sublime gol de empate de Jeremy Doku no último suspiro garantiu um ponto para o Manchester City no dramático empate em 3 a 3 com o Everton na noite de segunda-feira, mas a desorganização na segunda etapa significa que a equipe de Pep Guardiola ainda concedeu ao Arsenal uma enorme vantagem na disputa pelo título da Premier League. O City estava vencendo por 1 a 0 no intervalo, mas desmoronou após o reinício e se viu perdendo por dois gols a nove minutos do fim.