Suárez leva “maldição visitante” na Champions do Barcelona para o Atlético de Madrid

O uruguaio não fez boa partida contra o Lokomotiv, na Rússia, e segue sem fazer gol fora de casa na Liga dos Campeões da Europa

Luis Suárez foi, mesmo aos 33 anos, a grande contratação do Atlético de Madrid para esta temporada 2020-21. O uruguaio, que foi praticamente expulso do Barcelona em meio ao plano de reformulação do clube catalão, até vem demonstrando um bom futebol nesta nova vida com a camisa colchonera: foram quatro gols e uma assistência em oito jogos. Mas uma aparente maldição quando joga fora de casa na Champions League parece ter seguido o uruguaio desde o Camp Nou até o estádio Metropolitano.

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O uruguaio foi titular do Atleti contra o Lokomotiv de Moscou, na Rússia, em duelo válido pela terceira rodada do Grupo A, e só conseguiu chamar os holofotes para si ao protagonizar uma cena curiosa quando resolveu seguir o árbitro para espiar o que o apitador via na telinha do VAR. A curiosidade lhe rendeu um cartão amarelo. Nada de gols, o que já não deixar de ser novidade quando Suárez joga fora de casa nos duelos válidos pelo principal torneio europeu de clubes.

Luis Suárez não consegue marcar um gol fora de casa na Champions League desde 2015. Desde então, disputou 23 jogos como visitante (os dois últimos pelo Atleti). É um dos maiores jejuns deste tipo na história da competição: de acordo com dados do Mister Chip, nenhum atacante dentre os mais consagrados nos palcos europeus ficou tanto tempo sem marcar fora de casa.

O último gol marcado por Suárez fora dos domínios de sua equipe na Champions foi sobre a Roma, quando ainda defendia o Barcelona. Apesar de a sua ausência ser sentida hoje no Camp Nou, especialmente pelo amigo Lionel Messi, esta regularidade nada desejada também ajuda a contar a história dos fracassos recentes do Barcelona desde o último título de Champions League, em 2015 e com Suárez balançando as redes na final contra a Juventus.

Agora no Atlético de Madrid, o uruguaio quer mostrar que pode seguir sendo decisivo sem a companhia de Messi e vem conseguindo mostrar isso na liga espanhola. Na Champions League, contudo, a sua “maldição visitante” segue a lhe atormentar.

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