O Brasileirão entrou em uma fase em que a presença de estrangeiros já não pode ser tratada como novidade, mas como parte da própria lógica de formação dos elencos. Em 2024, os clubes da Série A começaram a competição com 123 atletas de fora do país, e em 2025, esse número subiu para 137.
O movimento mostra que a internacionalização do campeonato não é um efeito passageiro, mas uma tendência consolidada, impulsionada por clubes que passaram a olhar com mais atenção para mercados vizinhos em busca de competitividade.
Com os mais de 130 estrangeiros na elite ano passado, espalhados por 18 nacionalidades, se olharmos para as outras divisões nacionais, o número sobe para 250 atletas.
Mas, como isso começou e por que virou tendência?






