Na Euro 2016, Alemanha e França apareceram como as grandes favoritas. A primeira porque, há dois anos, havia vencido a Copa do Mundo, após aplicar 7 a 1 no Brasil e derrotar a Argentina de Messi na final. A segunda, por sua vez, porque jogou em casa, com o público a favor.
No entanto, nem alemães nem franceses ficaram com o troféu. O campeão da última edição foi Portugal, comandado por Cristiano Ronaldo.
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O caminho português até o título
GettyimagesPortugal comemora título da Eurocopa 2016. Foto: Getty
A equipe dirigida por Fernando Santos não começou nada bem a competição. A classificação para as oitavas de final veio quase que de forma milagrosa: finalizou a fase de grupos em terceiro na sua chave com três pontos oriundos de três empates. Hungria e Islândia, com cinco pontos, ficaram à frente de Portugal. Confira os resultados na fase de grupos:
- Portugal 1 x 1 Islândia (gol português foi de Nani)
- Portugal 0 x 0 Áustria
- Hungria 3 x 3 Portugal (gols portugueses foram de Nani e Cristiano Ronaldo - duas vezes)
GettyNani e Cristiano Ronaldo comemoram gol contra Hungria. Foto: Getty
Nas oitavas de final, os lusitanos tiveram pela frente a Croácia. Após empate sem gols nos 90 minutos, o jogo foi para a prorrogação e decidido com um gol de Ricardo Quaresma para dar a vitória portuguesa por 1 a 0.
Veio a Polônia no caminho português nas quartas de final e um cenário parecido. O empate no tempo normal por 1 a 1 (gols de Lewandowski e Renato Sanches) levou a partida para a prorrogação, que também terminou igualada. A decisão foi para os pênaltis e os lusitanos venceram por 5 a 3.
Na semifinal, Portugal enfrentou o País de Gales, com o encontro dos merengues Cristiano Ronaldo e Gareth Bale. Melhor para os ibéricos, que venceram por 2 a 0 com gols de Nani e CR7. Assim, a seleção portuguesa se classificava para a primeira final de Eurocopa desde 2004, quando perdeu para a Grécia em casa por 1 a 0.
GettyimagesÉder finaliza para marcar o gol do título. Foto: Getty
Por fim, a decisão foi entre os portugueses e os franceses, donos da casa. No Stade de France, em Saint-Denis (região metropolitana de Paris), mais uma prorrogação para Portugal. Quem brilhou desta vez foi Éder, fazendo o único gol da final que garantiu o título inédito aos lusitanos.
