EDITORIAL
Nada mais intimida o Barcelona. Ernesto Valverde continua com a reforma de uma equipe que há apenas seis meses era composta por apenas onze jogadores e uma única ideia global para se tornar uma máquina de futebol imprevisível, capaz de jogar trocando passes envolventes e sair vitorioso em partidas complicadas, de aproveitar qualquer lance do jogo, seja um escanteio, uma bola disputada ou um chutão defensivo do rival, para alcançar uma variação de jogadas praticamente impecável apesar do fato de que contra o Olympiakos perdeu Gerard Piqué por uma mão ingênua que lhe custou o segundo cartão amarelo.
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Leo Messi estabeleceu o 2-0 após uma nova cobrança de falta magistral e apenas três minutos depois, Lucas Digne, um jogador que está buscando espaço e que entrou como titular devido ao desconforto muscular de Jordi Alba, marcou o terceiro depois de receber uma assistência do próprio Messi. E a partir disso o Barcelona encerrou o jogo, mas acabou por conceder um gol marcado por Nikolaou.
O Barça continua no modo de rolo compressor e o brilhante é que Valverde conseguiu isso usando muitos jogadores diferentes, embora haja um - dois, contando com Ter Stegen - que jogou todos os jogos porque não admite discussão. Enquanto Messi quiser, o Barcelona continuará ganhando, se Piqué não volte a cometer desastres como a que lhe custou a expulsão, levando em conta a falta de zagueiros no elenco.
