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Josep Maria Bartomeu BarcelonaGetty Images

Barcelona não é um problema de comunicação, e sim de medo


Opinião


O vice-presidente do Barcelona, Jordi Cardoner afirmou alguns adias atrás que "temos que comunicar melhor". Ele o fez no dia que o clube teve que montar uma coletiva de imprensa improvisada para se defender sobre a investigação da TV3, que descobriu o golpe "seient lliure", mas sequer conseguiu negar. Antes, o Barcelona já havia anunciado Ernesto Valverde no dia em que o presidente, Josep Maria Bartomeu, deu explicações após a prisão de Sandro Rosell e do julgamento da Ação de Responsabilidade de Joan Laporta, obra magna do 'rosellismo' que Bartomeu continua sem dúvidas, afirmando que teve perdas durante seu mandato apesar de que o juiz disse que não, que fechou os benefícios. 

Felizmente para ele, Valverde não estava lá ainda. Ele foi apresentado alguns dias depois pelo secretário técnico Robert Fernàndez, e outro vice-presidente, Jordi Meste. Mas o clube só permitiu uma pergunta apesar de colocar um gerente, um executivo e novo treinador diante da imprensa.  

Ao menos, é grotesco pensar que limitar as perguntas e não permitir a cada um, possa melhorar a comunicação. Se trata, então, de controlar a mensagem. "Que me diga o juiz e falarei tudo", disse o então presidente, que apresentou sua demissão na manhã seguinte. Hoje, está ´reso, ao menos até o dia que seja julgado ante o risco de destruição de provas percebido pelo juiz. 

Por outro lado, já é habitual que o porta-voz, Josep Vives, puxa uma "desculpa pelo atraso", que na segunda feira foi de uma hora e quinze minutos. Se apenar fosse issso o pior desta reunião, é algo que imprensa tem enfrentado, ainda que não aceite. Parte dos jornalistas que esperavam ontem por Vives, fartos da falta de seriedade de um clube que não pede umr espeito que não pratica, porque não foi Bartomeu quem assumiu o fechamento financeiro como em outras temporada, apesar de ter prometido que o faria quando apresentou Valverde. 

Neste aspecto, o porta-voz tornou público o benefício de 13 milhões de euros líquidos, quando faltavam quize minutos para as nove da noite. Como aconteceu com Semedo e Valverde, na sua falta comunicativa, o clube deixar passar outra oportunidade de vender ilusão, ou simplesmente, exibir a capacidade executiva que continua a ostentar este encontro, com acordos comerciais mas incapaz de emitir documento explicando que Ivan Rakitic terminou lesionado a final da COpa do Rei, e que se soube por meio do técnico croata, Ante Cacic. 

Gerard Deulofeu nem será apresentado. Seu contrato foi estendido porque ele estava de férias, mas se foi visto ele sorrir ou expressar qualquer felicidade pelo seu retorno. Mas o Barcelona vai bem, dizem desde os diretores, que que comandam o leme, dependendo do que as pessoas dizem. Improvisação na negociação por Dani Ceballos, um reboque do Real Madrid, depois de chegar tarde e mal, se e agora com mais do Mestre que assegura que Neymar"fica 200%", até é compreensível que alguém acredite nele. "A pressa não é boa no mercado", disse ontem Fernàndez. A improvisação e querer colocar cercas para o campo, também. 


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