Arne Slot deixou no ar que Mohamed Salah precisa “dar o primeiro passo” se quiser voltar ao elenco do Liverpool após o clima tenso do fim de semana. O atacante egípcio ficou fora da vitória por 1 a 0 sobre a Inter de Milão no San Siro, pela Champions, decidida com um pênalti convertido por Dominik Szoboszlai nos minutos finais.
Agora, todas as atenções se voltam para sábado (13), quando o Liverpool enfrenta o Brighton — e a grande dúvida é se o camisa 11, aos 33 anos, estará de volta entre os relacionados
A própria admissão de Curtis Jones resume o momento: o Liverpool está “em apuros”. A derrota por 4 a 1 em casa para o PSV, na Champions League, expôs ainda mais a fase complicada da equipe. Os Reds, desgastados fisicamente e mentalmente, perderam nove dos últimos 12 jogos somando todas as competições.
Para muitos torcedores e analistas, Arne Slot só segue no cargo por ter conquistado a Premier League na temporada passada. O contraste é enorme — e doloroso.
A grande pergunta agora é: como o Liverpool saiu do topo para o caos em apenas seis meses? A queda de desempenho, as lesões constantes e a falta de respostas táticas explicam parte desse cenário que transformou um elenco campeão em um time que luta para reencontrar confiança e identidade.
Virgil van Dijk classificou como “ridículas” as críticas dirigidas ao Liverpool antes do time encerrar sua sequência de derrotas na Premier League diante do Aston Villa. O zagueiro holandês rebateu o “barulho externo” e o tom negativo que cercaram o clube após uma série de tropeços, quando os Reds perderam consecutivamente para Crystal Palace, Chelsea, Manchester United e Brentford