Neymar é imprevisível, muito difícil de se marcar, conta adversário da Ligue 1

Comentários()
Benjamin Henrichs, lateral direito do Monaco, também elogiou muito outro brasileiro: Douglas Costa

O lateral direito do Monaco, Benjamin Henrichs, elegeu Neymar como o oponente mais difícil de marcar que ele já enfrentou. Aos 23 anos, o jogador já atuou na Ligue 1, Bundesliga, Liga dos Campeões e Liga Europa. E ele não poupou elogios ao brasileiro do PSG.

"Contra ele, você não sabe o que esperar. Você realmente tem que focar na bola e não nos movimentos de seu corpo. Ele é muito, muito difícil de ser marcado", disse Henrichs em entrevista à Goal.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Alles gegeben bis zum Schluss 💪🏾 Den Punkt nehmen wir mit 🙌🏾 On continue de travailler! 💪🏾 #thankful #TheLordIsGood

Uma publicação compartilhada por Benjamin Henrichs (@bennyhenrichs) em

Goal 50 Revelado: Os 50 Melhores Jogadores do Mundo

O lateral alemão aproveitou a oportunidade para elogiar outro brasileiro. "Na Bundesliga, esse jogador era o Douglas Costa", analisou. "Ele é muito rápido essa agilidade faz ele ser muito difícil de marcar".

Henrichs atuou por três anos no Bayer Leverkusen antes de, em 2018, se transferir para o Monaco. Pelo time do Principado, já são 44 partidas. E ainda sobre jogadores complicados de se defender, ele surpreendeu quando apontou o companheiro mais difícil de se marcar.

"Kai Havertz é o maior talento que temos na Alemanha e, na Bundesliga, ele era definitivamente meu melhor comanheiro". Havertz tem apenas 20 anos e já esteve ligado à possíveis transferências ao Arsenal, Manchester City e Barcelona. Todas envolviam muito dinheiro.

Mais artigos abaixo

Kai Havertz

Não é só Havertz que teve o nome veiculado em grandes clubes europeus. O lateral da seleção alemã também recebeu sondagens do Bayern, Manchester United e Inter de Milão. "Estar associado aos melhores clubes do mundo indica que você está jogando bem e que suas performances estão sendo reconhecidas", disse Henrichs.

"Acho que você deveria estabelecer metas. Quando eu ainda estava na escola em Leverkusen, morava em Colônia e costumava passar o BayArena de trem todos os dias. Sempre pensei: 'Por favor, meu Deus, deixe-me jogar lá' - e agora sou profissional e vivo meu sonho", concluiu.

Fechar