No programa FC Rijnmond, o jornalista do Algemeen Dagblad Wessel Penning e Dennis van Eersel não chegaram a um consenso sobre a avaliação final de Dennis te Kloese no Feyenoord.
Penning questionou qual teria sido o valor de Te Kloese como diretor-geral do Feyenoord. “Você está sendo precipitado: ele cuidou bem do clube”, opina Van Eersel. “Acho que você está sendo injusto com ele nesse aspecto.”
O comentarista de rádioda RTV Rijnmond analisa a situação do Feyenoord antes da chegada de Te Kloese e como ele deixa o clube de Roterdã. Com base nisso, ele acha que Te Kloese fez um bom trabalho. Penning discorda. “A virada no Feyenoord, é claro, aconteceu sob o comando de Frank Arnesen.”
“Depois veio Te Kloese, que conseguiu dar continuidade a isso”, prossegue o jornalista, que reconhece o valor de Te Kloese como diretor técnico. “Mas já havia uma mudança de rumo antes de ele chegar.”
Os dois jornalistas acabam não chegando a um acordo. “Acho fácil, quando as coisas vão bem, dizer: ‘Sim, mas isso não foi mérito daquela pessoa’, enquanto tudo o que dá errado é atribuído exclusivamente a ela”, afirma Van Eersel. Segundo ele, Te Kloese deve ser avaliado pelos números. “E, nesse aspecto, ele simplesmente fez um ótimo trabalho.”
Em seguida, o apresentador Bart Nolles pergunta sobre o sucessor do dirigente do Feyenoord, de 51 anos. O nome de Robert Eenhoorn circula com frequência. “No passado, isso já não deu certo algumas vezes. Ouço rumores de que isso ainda pode acontecer agora, pois não é à toa que há outros candidatos”, conta Van Eersel, que espera, em primeiro lugar, que seja apresentado um diretor técnico.
Dévy Rigaux e Oliver Rugnert são os nomes mais citados na busca por um diretor técnico. Trata-se de dois dirigentes estrangeiros, algo que nunca aconteceu antes no Feyenoord. “O mais provável é que Rigaux venha”, afirma Van Eersel.
