Mesmo que Neymar siga colecionando polêmicas dentro de campo, o atacante parece estar mais maduro nos últimos tempos. Foi por isso, por exemplo, que trocou o apelido "Menino Ney" por "Adulto Ney": um sinal de sua maturidade.
Mas se o atacante conseguiu amadurecer, foi a duras penas. Foram muitas lições, da infância até o início da carreira profissional, que marcaram a vida de um dos maiores artilheiros da seleção brasileira.
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Uma delas foi contada no documentário "Liderança", produzido pela NR Sports, empresa especializada em gestão de imagem e que administra a carreira de Neymar. O documentário contra como o atacante se transformou em um líder ao longo do tempo.
YouTubeNa passagem, contada com depoimentos tanto do jogador quanto de seu pai, também chamado de Neymar, ambos relembram um jogo que aconteceu quando o atleta ainda tinha dez anos.
Já atuando no futsal, Neymar jogava na categoria sub-12 e acabou derrotado em um confronto. Mas o pai do então garoto ficou irritado com a performance da equipe, que "deu a vitória para o adversário" e não correu. E ficou ainda mais indignado ao ouvir a explicação de seu filho.
“No salão, um ano de diferença, nessa idade, é muita coisa. Eu fui ver o jogo, e eles tomaram um pau. Eram duas partidas, perderam o primeiro jogo. Mas não foi o fato de eles perderam o jogo. Foi o fato de como ele perdeu”, explicou o pai do jogador. “Eu tinha uma Kombi e voltamos da ponta da praia de Santos até a Praia Grande. Era uma hora e pouco. E fui falando com ele”
O problema foi que Neymar resolveu justificar a sua má atuação falando que não iria correr pelos companheiros. O que resultou em cenas lamentáveis.
"Meu pai reclamou, veio me xingando até em casa. Eu respondi para ele: ‘Ah, os moleques não estão correndo, vou ficar correndo para eles? Por quê?' Eu sou um cara muito competitivo, para tudo que eu faço. Odeio perder, odeio ser provocado, odeio tudo que é negativo," justificou o jogador do PSG. "E esse dia, eu fiquei p... Entrei no chuveiro, minha mãe ficou batendo na porta, e a gente meio que acabou saindo na porrada; meu pai tentando me segurar, chacoalhar, eu batia nele... A gente quebrou o box do banheiro, uma loucura”.
O pai do jogador justificou o ocorrido afirmando que pretendia mostrar para o filho que ele não poderia se desanimar com a performance dos companheiros, e sim, teria que levantá-los.
Se hoje Neymar é um líder reconhecido pelos companheiros no PSG, muito disso pode ser encontrado no documentário. Mas talvez, o box do banheiro pudesse ter sobrevivido.


