O Ceilândia recebeu o Botafogo na ida da Copa do Brasil, mas foi o Glorioso quem jogou em casa. Não apenas pela vitória por 3 a 0, que dá grande vantagem para a equipe treinada por Luís Castro para o duelo de volta, mas principalmente pela simbiose da equipe com a torcida.
Foram quase 30 mil pessoas no Mané Garrincha, mas os botafoguenses, animados com as esperanças que começaram a ser levantadas após a chegada de John Textor para o comando da SAF, já estavam aparecendo dias antes. Antes da partida, recepcionaram os jogadores em bom número no Distrito Federal.
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As coisas só não foram perfeitas porque houve relato de truculência dos seguranças do clube, enquanto buscavam proteger os atletas do número de fãs no entorno do hotel. Mas mesmo após o episódio, houve um saldo positivo, com os torcedores que reclamaram dos seguranças sendo recebidos por membros da diretoria para o hotel onde o clube estava concentrado.
Dentro de campo, claro, o resultado ajudou. E a exibição também chamou a atenção, em que pese o nível do Ceilândia.
No terceiro jogo sob o comando de Luís Castro, o Botafogo demonstrou mais passos adiante em sua evolução. Velhos conhecidos, como Daniel Borges (dono de mais uma assistência, a sua sétima assistência em 2022) e Kanu (autor de dois gols) brilharam... assim como novos rostos. Estreante com a camisa 10, Gustavo Sauer deu uma assistência, Lucas Piazon fez o terceiro gol e Victor Sá seguiu mostrando ousadia pela ponta.
O Botafogo ainda tem muito a evoluir, vai oscilar no Brasileirão, mas a noite de Copa do Brasil em Brasília foi um grande presente à sua torcida.


