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Al-Hilal Espérance Mundial de Clubes 14 12 2019Getty

Al-Hilal pode fazer jogo igual com o Flamengo, alerta técnico brasileiro

Já em solo qatariano para a disputa do Mundial de Clubes 2019, o Flamengo tratou logo de fazer seu dever de casa e compareceu ao Estádio Jassim Bin Hamad para acompanhar a vitória do Al-Hilal sobre o Esperánce Túnis, neste sábado (14), que colocou o time saudita no caminho rubro-negro até uma eventual final. Apesar do jogo truncado em Doha, os campeões da Copa Libertadores devem ficar atentos ao que o adversário pode oferecer no duelo das semifinais, em alguns dias.

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Quem faz o alerta é Péricles Chamusca, técnico de passagem por diversas equipes dentro e fora do Brasil, e que treinou a equipe da Arábia Saudita por um breve período neste último ano - curiosamente, alguns meses depois de Jorge Jesus encerrar sua passagem por lá e chegar ao Fla para fazer história. Mas, para seguir acumulando títulos, precisará ter atenção ao rival do jogo da próxima terça-feira, dia 17, às 14h30 (do horário de Brasília).

A Goalentrou em contato com o profissional baiano para saber um pouco mais desse adversário, confira a seguir!

Goal - Péricles, você conhece o atual time do Hilal como poucos. É possível que os sauditas surpreendam o Flamengo? Se sim, em que parte do jogo?

Chamusca: Equipe de muita qualidade, os jogadores locais são a base da seleção da Arábia Saudita e os estrangeiros são todos de alto nível. Não vai ser uma surpresa, para mim vai ser um jogo igual, equilibrado.

A gente sabe da qualidade, do talento da equipe do Flamengo, da intensidade que joga. Mesmo com tudo isso, acho que vai ser um jogo equilibrado. Ao contrário do que se imagina, o Hilal também joga com bastante intensidade e também com qualidade.

Assista aos melhores momentos de Al-Hilal 1-0 Espérance

Goal - É possível comparar a intensidade do jogo do Flamengo com o que é praticado na Arábia Saudita?

Eles têm uma chegada ofensiva muito forte, inclusive podendo usar todos os estrangeiros no Mundial. Eles devem usar o Carlos Eduardo, o Giovinco, o Gomis e o Carrillo. E os laterais da seleção, os dois passam com qualidade, são rápidos, triangulam bem. Fazem um jogo de intensidade também.

Você "herdou" um trabalho do Jorge Jesus, finalizando o ano no Hilal. Qual foi a impressão deixada por ele na Arábia Saudita?

Na verdade, quando eu fui para o Hilal ele já tinha saído para o Zoran [Mamic]. Eu joguei contra ele [Jesus] no primeiro turno, o Hilal tava muito bem. Foi uma surpresa a saída dele, o time vinha muito bem, jogando muito bem, pegou todo mundo desprevenido. O time tinha caído de rendimento bastante naquele semestre (primeiro de 2019) e eu cheguei para dar uma reaquecida para o final.

Gabigol Jorge Jesus Flamengo 04 12 2019Getty Images

Chegou a ter contato com ele?

Nós tivemos contato antes do jogo, mais de cumprimentar, nada especial.

Por fim, sendo um técnico brasileiro no exterior, o que você tem a dizer sobre os técnicos estrangeiros no Brasil?

Eu vejo com naturalidade, até porque eu sou um treinador brasileiro que já trabalhei em quatro países. Eu tenho essa possibilidade e não vejo nenhuma situação diferente em nosso país. Faz parte do mercado mundial e eu vejo isso com naturalidade.

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