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Copa do Brasil

Ainda mais gigantes, Renato e Grêmio reencontram Athletico na Copa do Brasil

17:32 BRT 13/08/2019
Renato Portaluppi Grêmio treino 2018
A estreia do treinador, em sua terceira e atual passagem pelo Tricolor, foi justamente contra o Furacão

Três. É um número muito bem visto pelos gremistas: simboliza cada uma das cores do clube e o número de títulos de Libertadores da América conquistados. Também já faz três anos que Renato Portaluppi está no comando, e às 21h30 desta quarta-feira (13), o ídolo tricolor reencontrará, no duelo de ida válido pela semifinal da Copa do Brasil, o primeiro adversário que ele enfrentou nesta sua passagem mais recente pelo Imortal.

Foi exatamente contra o Athletico (na época ainda chamado com a grafia Atlético) que Portaluppi fez a sua terceira estreia no comando gremista. O Grêmio havia vencido os paranaenses por 1 a 0 na ida, mas sofreram a derrota dentro de casa, no duelo de volta daquelas oitavas de final, e avançaram nos pênaltis, depois que Marcelo Grohe se recuperou pela falha no tento sofrido e saltou para defender três penalidades.

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O Tricolor avançaria rumo ao título daquela Copa do Brasil, uma conquista que deu novo fôlego a uma carreira titubeante de Renato desde a área técnica – antes de retornar ao Grêmio, em 2016, seu último trabalho havia sido dois anos antes, pelo Fluminense. De lá para cá, o clube escreveu um novo auge em sua história, mudando bastante a realidade de Renato como treinador. E tudo começou justamente contra o Athletico-PR. Confira algumas curiosidades envolvendo aquele início de trabalho de Portaluppi em contraste com a nova realidade vivida pelo comandante.

Tempo para mostrar o seu trabalho

(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA/Divulgação)

Em 2016, Renato chegou a um Grêmio que vinha de quatro derrotas e um empates nos cinco últimos jogos anteriores. Naquele mês de setembro, assinou compromisso de apenas três meses e, apesar de sempre receber o carinho do torcedor pela história escrita com a camisa tricolor na época de jogador, poucos acreditavam em um trabalho tão longevo.

Hoje, Renato é o técnico que está a mais tempo em um clube no Brasil. Além disso, após os títulos conquistados (especialmente Copa do Brasil e uma Libertadores) passou a ser um dos profissionais mais valorizados do Brasil. Tanto, que no final de 2018 o Grêmio precisou vencer um grande interesse do Flamengo para renovar o vínculo com Renato. Hoje, há poucos que imaginam outra pessoa comandando a equipe na área técnica.

Ídolos que ainda não eram

Marcelo Grohe é um dos maiores exemplos: o goleiro não contava com boa parte da confiança que passou a ter. Na própria estreia de Renato, “bateu roupa” no lance do gol adversário, soltando a esfera para André Lima estufar as redes. O arqueiro brilharia como nunca a partir daquele dia, até o momento em que deixou o clube, em 2018, para jogar no futebol árabe.

Outros jogadores que estavam em campo naquele duelo contra o Athletico eram Kannemann e Geromel, que depois entrariam na história como uma das maiores duplas de zaga do clube, além de Maicon e Luan. São os remanescentes que seguem no elenco atual, cada um deles com um status diferente do que era antes da chegada do técnico.

Em busca do tri pessoal

(Foto: Getty Images)

Se o Grêmio briga pelo sexto título na Copa do Brasil, o que faria o clube gaúcho igualar os seis do Cruzeiro – máximo campeão do torneio -, Renato sonha com a sua terceira conquista na competição. Em 2007, ele havia sido campeão com o Fluminense antes de triunfar em 2016 pelo Grêmio.