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Renato Gaucho Grêmio Sport Recife Brasileirão 07112016

Ainda mais gigantes, Renato e Grêmio reencontram Athletico na Copa do Brasil

Três. É um número muito bem visto pelos gremistas: simboliza cada uma das cores do clube e o número de títulos de Libertadores da América conquistados. Também já faz três anos que Renato Portaluppi está no comando, e às 21h30 desta quarta-feira (13), o ídolo tricolor reencontrará, no duelo de ida válido pela semifinal da Copa do Brasil, o primeiro adversário que ele enfrentou nesta sua passagem mais recente pelo Imortal.

Foi exatamente contra o Athletico (na época ainda chamado com a grafia Atlético) que Portaluppi fez a sua terceira estreia no comando gremista. O Grêmio havia vencido os paranaenses por 1 a 0 na ida, mas sofreram a derrota dentro de casa, no duelo de volta daquelas oitavas de final, e avançaram nos pênaltis, depois que Marcelo Grohe se recuperou pela falha no tento sofrido e saltou para defender três penalidades.

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O Tricolor avançaria rumo ao título daquela Copa do Brasil, uma conquista que deu novo fôlego a uma carreira titubeante de Renato desde a área técnica – antes de retornar ao Grêmio, em 2016, seu último trabalho havia sido dois anos antes, pelo Fluminense. De lá para cá, o clube escreveu um novo auge em sua história, mudando bastante a realidade de Renato como treinador. E tudo começou justamente contra o Athletico-PR. Confira algumas curiosidades envolvendo aquele início de trabalho de Portaluppi em contraste com a nova realidade vivida pelo comandante.

Tempo para mostrar o seu trabalho

Renato Gaucho Grêmio Sport Recife Brasileirão 07112016(Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA/Divulgação)

Em 2016, Renato chegou a um Grêmio que vinha de quatro derrotas e um empates nos cinco últimos jogos anteriores. Naquele mês de setembro, assinou compromisso de apenas três meses e, apesar de sempre receber o carinho do torcedor pela história escrita com a camisa tricolor na época de jogador, poucos acreditavam em um trabalho tão longevo.

Hoje, Renato é o técnico que está a mais tempo em um clube no Brasil. Além disso, após os títulos conquistados (especialmente Copa do Brasil e uma Libertadores) passou a ser um dos profissionais mais valorizados do Brasil. Tanto, que no final de 2018 o Grêmio precisou vencer um grande interesse do Flamengo para renovar o vínculo com Renato. Hoje, há poucos que imaginam outra pessoa comandando a equipe na área técnica.

Ídolos que ainda não eram

Marcelo Grohe é um dos maiores exemplos: o goleiro não contava com boa parte da confiança que passou a ter. Na própria estreia de Renato, “bateu roupa” no lance do gol adversário, soltando a esfera para André Lima estufar as redes. O arqueiro brilharia como nunca a partir daquele dia, até o momento em que deixou o clube, em 2018, para jogar no futebol árabe.

Outros jogadores que estavam em campo naquele duelo contra o Athletico eram Kannemann e Geromel, que depois entrariam na história como uma das maiores duplas de zaga do clube, além de Maicon e Luan. São os remanescentes que seguem no elenco atual, cada um deles com um status diferente do que era antes da chegada do técnico.

Em busca do tri pessoal

Renato Gaúcho campeão Grêmio Atlético-MG Copa do Brasil 07122016AFP/Getty Images(Foto: Getty Images)

Se o Grêmio briga pelo sexto título na Copa do Brasil, o que faria o clube gaúcho igualar os seis do Cruzeiro – máximo campeão do torneio -, Renato sonha com a sua terceira conquista na competição. Em 2007, ele havia sido campeão com o Fluminense antes de triunfar em 2016 pelo Grêmio.

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