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A FIFA intervém e revoga a medida dos Estados Unidos

A seleção da República Democrática do Congo recebeu boas notícias da FIFA: afinal, a equipe não precisará ficar três semanas em quarentena. Anteriormente, essa medida havia sido imposta à equipe devido ao surto de ebola no país. O Congo recorreu à FIFA e obteve sucesso.

Os Estados Unidos, um dos organizadores, exigiram ainda na semana passada que todos fossem colocados em quarentena. O diretor da força-tarefa americana para a Copa do Mundo, Andrew Giuliani, não queria correr nenhum risco.

No fim das contas, após o protesto da República Democrática do Congo, chegou-se a um acordo: os jogadores não precisam mais ficar três semanas em quarentena. O motivo foi simples: todos os jogadores convocados moram e jogam na Europa.

No entanto, algumas pessoas terão que ficar em quarentena. Isso se aplica apenas a alguns membros da comissão técnica, que terão que ficar em quarentena por um total de 21 dias.

A seleção e os membros da comissão técnica estão se preparando atualmente na Bélgica. Eles deveriam retornar ao Congo antes do torneio, mas isso não vai acontecer. Assim, todos os jogadores poderão partir com segurança para a América do Norte e Central após o campo de treinamento.

O Congo joga sua primeira partida da Copa do Mundo no dia 17 de junho, contra Portugal. Colômbia e Uzbequistão são os outros dois adversários do Grupo K. No entanto, eles não contarão com o jogador do Ajax, Jorthy Mokio.

Ele anunciou recentemente que, no futuro, não representará a Bélgica, mas sim a República Democrática do Congo. No entanto, o jovem meio-campista ainda não pode jogar pelo país africano. De acordo com as regras da FIFA, ele só poderá jogar por outro país três anos após sua estreia pela seleção belga.

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