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O acordo de Xabi renova o sofrimento de estrela do Real Madrid

A rápida contratação de Carlos Espí, concluída poucas horas após o anúncio da transferência de Gonzalo García para o Fulham, tornou-se candidata a provocar um grande impacto dentro do elenco do Real Madrid.

Após a saída de Gonzalo García para a Premier League, parecia que o caminho estava aberto para o atacante brasileiro Endrick assumir um papel importante no clube merengue, na condição de primeira opção para mudar o ritmo do ataque, ainda que sempre atrás da dupla Vinícius Júnior e Kylian Mbappé.

No entanto, o Real Madrid preferiu se movimentar rapidamente no mercado de transferências para contratar um atacante de referência, habilidoso no jogo dentro da área, e a escolha recaiu sobre Carlos Espí. 

Em apenas algumas horas, o clube fechou o negócio depois de pagar 25 milhões de euros, valor da multa rescisória de seu contrato com o Levante, e o atacante espanhol, de 21 anos, assinou um contrato válido por cinco anos, até o verão de 2031.

O jornal "Mundo Deportivo" noticiou que o futuro de Endrick no Real voltou a ser posto em dúvida, depois de ele já ter sido obrigado a deixar o clube na última janela de transferências de inverno, por conta da falta de minutos sob o comando de Xabi Alonso, transferindo-se por empréstimo ao Lyon para não perder a chance de disputar a Copa do Mundo.

Além disso, a presença de nomes como Rodrygo, Franco Mastantuono, Brahim Díaz e Arda Güler aumentou a intensidade da concorrência pelas posições ofensivas, o que fez Endrick sofrer constantemente para firmar seu lugar no time, mesmo no papel de reserva.

Por sua vez, o Real Madrid agora tem a missão de avaliar as opções disponíveis em relação a Endrick, seja vendendo-o em definitivo ou emprestando-o novamente. 

O clube merengue não conseguiu até agora recuperar os 60 milhões de euros que pagou para contratar Endrick em 2024, e, por isso, pode optar por emprestá-lo mais uma vez ou vendê-lo mantendo uma porcentagem de seus direitos econômicos.

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