Em uma decisão que põe fim à onda de especulações sobre seu futuro, Ibrahim Diaz, estrela do Real Madrid e da seleção marroquina, decidiu permanecer na capital espanhola até pelo menos 2030, recusando as propostas da Juventus italiana e de outros clubes europeus, para concentrar seus esforços em liderar os Leões do Atlante na Copa do Mundo de 2026, que está sendo disputada atualmente na América do Norte.
De acordo com o que revelou o jornal espanhol “Marca”, a renovação do contrato do jogador já foi concretizada, restando apenas o anúncio oficial por parte do clube real, em uma negociação que serve como resposta definitiva aos rumores que o ligavam a uma saída e como confirmação da forte relação mútua entre o jogador e o clube.
A Juventus demonstrou sério interesse em trazer Diaz de volta à Série A, onde ele deixou uma marca significativa durante sua passagem marcante pelo Milan; no entanto, o compromisso do jogador com o Real Madrid permaneceu inabalável, diante de seu desempenho excepcional que o colocou no radar de muitos dos principais clubes europeus.
Díaz encerrou sua temporada com o Real Madrid de forma espetacular, apresentando um desempenho notável na segunda metade da temporada e desempenhou um papel fundamental nos melhores momentos da equipe sob o comando do técnico Arbeloa, sendo titular em seis partidas consecutivas como falso nove, ligando as linhas e apoiando Vinícius na ausência de Mbappé, apesar do fim do sonho da Liga dos Campeões em Munique.
Atualmente, o foco de Diaz está em liderar a seleção marroquina na Copa do Mundo, meta que ele estabeleceu desde que foi convocado para representar os Leões do Atlas, especialmente após seu desempenho brilhante na última Copa Africana das Nações, onde foi o artilheiro do torneio com 5 gols e foi incluído na seleção dos melhores do torneio, apesar da eliminação polêmica por pênalti.
O Marrocos disputa hoje, sábado, sua primeira partida na Copa do Mundo contra o Brasil, pentacampeão mundial, em um confronto considerado um dos mais difíceis da primeira fase, dentro de um grupo que também inclui a Escócia e o Haiti.


