O técnico da seleção, Jürgen Klopp, aposta por enquanto em Marc-Andre ter Stegen, que, depois de uma última temporada marcada por lesões, agora voltou a estar regularmente debaixo das traves no Ajax, de Amsterdã.
Na disputa pela sucessão, ter Stegen conseguiu se impor, entre outros, diante de Jonas Urbig, do Bayern. Para o comentarista da Sky Dietmar Hamann, o papel de goleiro titular ainda chega cedo demais para o jogador de 22 anos. "Enquanto ele não jogar toda semana, para mim ele não é o número um da seleção", explicou Hamann em uma rodada pública de imprensa. Em princípio, porém, ele acredita que Urbig pode assumir esse papel: "Talvez ele possa se tornar isso um dia. Mas, antes de tudo, ele precisa mostrar que é o número um no Bayern. Eu não daria o segundo passo antes do primeiro. Se ele algum dia for bem como goleiro titular do Bayern, então também se pode falar sobre esse papel na seleção."
Enquanto isso, Hamann identificou outro goleiro como seu favorito pessoal. Para ele, Alexander Nübel, do Besiktas Istambul, teria sido atualmente a primeira escolha. "Marc-Andre ter Stegen ficou lesionado por muito tempo e agora joga na Holanda. Também é preciso esperar um pouco. Minha primeira escolha teria sido Alexander Nübel, que foi excelente na Turquia. Mas acho que isso é uma questão de instinto ou de sensação."
Ao mesmo tempo, Hamann considera compreensível a atual convocação de ter Stegen. O goleiro "de certa forma também mereceu ser o número um agora". No entanto, o ex-jogador da seleção avalia as atuações de ter Stegen até aqui com sentimentos mistos: "As atuações dele até aqui na seleção foram irregulares. Estou muito curioso para ver como ele vai se sair."
A resposta para isso ter Stegen dará já na quinta-feira. No duelo da Liga das Nações com a Holanda, o jogador de 34 anos estará debaixo das traves no primeiro jogo sob o comando de Klopp.



