Por João Henrique Castro
É inquestionável. Um dos destaques do início da temporada no futebol brasileiro é, sem sombra de dúvida, a torcida do Cruzeiro!
Diante de Tupi, Uberlândia e, neste domingo, o América, a China Azul será a primeira torcida brasileira a virar a catraca de acesso às arquibancadas do seu estádio cem mil vezes em 2018. Um festival de comparecimento que será coroado na partida contra o Coelho com um dos dez maiores públicos da história do Novo Mineirão.
A sinergia entre torcida e time tem sido tão louvável que nem mesmo o empate contra a Caldense em Poços de Caldas na segunda rodada causou algum estrago nesta magia. A equipe se recuperou com facilidade do tropeço e já se colocou na ponta do Campeonato Mineiro e, no duelo deste fim de semana, pode se isolar e abrir três pontos de vantagem na liderança, uma vez que o vice-líder é justamente o América.
Sergio Roberto Oliveira/Light Press/Cruzeiro
(Foto: Sergio Roberto Oliveira/Light Press/Cruzeiro)
Em meio a este clima, convém destacar que as bilheterias sequer serão abertas para o confronto contra o time alviverde, exceção da distribuição das gratuidades infantis. Ou seja, teremos um Mineirão preenchido somente por sócios/pessoas vinculadas a um sócio. Situação que reforça a importância de ser sócio-torcedor e contribui em cheio para a ampliação do número de associados ao programa.
Será um domingo de festa e esperamos, é claro, completa com a vitória e a liderança isolada garantidos ao fim da tarde. A promoção da partida pelo clube, no entanto, garante show musical, exibição de troféu da Copa Brasil recentemente conquistada pelo Sada Cruzeiro, cerveja com desconto para sócios-torcedores e uma série de outras atrações na entrada do Mineirão. Razões de sobra para o torcedor comparecer e passar a tarde no Gigante da Pampulha.
Enquanto a temporada 2018 não esquenta de fato, o Cruzeiro tem acertado em alimentar a relação torcida e time aquecendo os motores para as grandes partidas que estão por vir. E que o show azul seja a toada de um ano muito feliz e de conquistar para a Raposa.
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João Henrique Castro é professor, historiador e, obviamente, cruzeirense. Daqueles que sabe que nada brilha mais no céu do que as cinco estrelas que traz no peito. |

