O Cruzeiro venceu a Chapecoense por 2 a 1 neste domingo (24), no Mineirão, pela 17ª rodada do Brasileirão, mas a atuação da arbitragem e as decisões do VAR roubaram a cena no fim da partida.
Os gols da vitória celeste foram marcados por Kaio Jorge, em cobrança de pênalti, e Sinisterra. João Paulo descontou para a equipe catarinense, que pressionou intensamente nos minutos finais e ficou perto do empate em duas oportunidades anuladas pela arbitragem.
O jogo parecia controlado pelo Cruzeiro até a reta decisiva do segundo tempo, quando a Chapecoense cresceu e transformou a partida em um verdadeiro sufoco para os donos da casa. A primeira grande polêmica aconteceu quando Yannick Bolasie balançou as redes e empatou o confronto.
No entanto, a arbitragem marcou impedimento de Jean Carlos, que não tocou na bola, mas participou da jogada ao tentar disputar o lance. O VAR revisou o lance e confirmou a decisão de campo, invalidando o gol da Chapecoense.
Pouco depois, aos 43 minutos do segundo tempo, outro lance aumentou a revolta dos catarinenses. Após toque no braço de Bruno Rodrigues dentro da área, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza assinalou pênalti para a Chape.
A marcação, porém, foi revista pelo VAR. Após análise do vídeo, a arbitragem identificou impedimento de Bruno Leonardo no início da jogada e anulou a penalidade, mantendo a vantagem cruzeirense.
Mesmo beneficiado pelas decisões da arbitragem, o Cruzeiro ainda precisou contar com o goleiro Otávio, que fez duas grandes defesas nos minutos finais para impedir o empate da Chapecoense.
Com o resultado, o Cruzeiro ganhou fôlego na tabela e saltou seis posições, assumindo o nono lugar, com 23 pontos. Já a Chapecoense segue em situação dramática: amarga a lanterna da competição com apenas nove pontos, seis atrás do vice-lanterna Remo e nove do Corinthians, primeiro time fora da zona de rebaixamento.




