Nesta quinta-feira (15), o jornal Marca detalhou as investigações da UEFA sobre o PSG. Segundo a publicação, desde que se tornou presidente da entidade, Aleksander Ceferin tem sido muito claro sobre a aplicação da lei, mas isso ficou aquém. A reabertura do caso do clube parisiense para as contas da temporada 2016/17 não foi um simples gesto para a galeria. Os escandalosos contratos de patrocínio demonstrados foram revistos em detalhe e as auditorias paralelas não duvidam: os acordos estão fora do mercado e violam o espírito do Fair Play Financeiro.
Nas últimas reuniões realizadas na sede de Nyon, inclusive em alguns dos Comitês Executivos, o assunto foi discutido e as possíveis medidas a serem adotadas. Os membros da UEFA falaram abertamente e reconheceram que algo falhou, mas quando a palavra exclusão da competição foi divulgada, todos puxaram o freio de mão. "Neste momento, o futebol não pode ficar sem times como o PSG ou o Manchester City", disseram.
Números do PSG na temporada 2018/19
O que é claro e não há dúvida é que o clube francês será sancionado, mas atualmente os planos não incluem uma possível exclusão da competição e ajustes imediatos.
O caso da equipe de Neymar, Mbappé e companhia está nas mãos da Câmara de Investigação da UEFA e espera-se que antes do final do ano possa emitir uma decisão final. Procuravam dados que já possuíam e que poderiam levar o PSG a sofrer uma segunda sanção administrativa que, segundo o Marca, não será a exclusão da competição.
