A investigação sobre a elegibilidade de Dean James foi concluída pelo promotor independente do futebol profissional da KNVB. A federação não tomará nenhuma medida, conforme informado em um comunicado à imprensa.
Após a partida entre Go Ahead Eagles e NAC (6 a 0), o time de Breda apresentou um pedido para que o jogo fosse anulado, alegando que James não tinha mais elegibilidade para jogar devido à sua nacionalidade indonésia.
O zagueiro trocou sua nacionalidade holandesa pela indonésia em março. De acordo com a legislação holandesa, James não poderia, portanto, simplesmente exercer suas funções.
“Não cabe ao promotor determinar a nacionalidade de uma pessoa”, informou a KNVB em um comunicado à imprensa. Além disso, a federação informou que o IND (Serviço de Imigração e Naturalização) constatou que James realmente perdeu sua cidadania holandesa e, de acordo com os regulamentos, não está habilitado a jogar desde março de 2025.
O Ministério Público do Futebol Profissional não tomará, portanto, medidas disciplinares, uma vez que tanto o jogador quanto o clube não estavam cientes das consequências automáticas de uma mudança de nacionalidade.
A partir de agora, espera-se que os clubes estejam cientes dos regulamentos. O caso “Paspoortgate” causou muita agitação: Tjaronn Chery (NEC) e Etiënne Vaessen (FC Groningen), por exemplo, foram impedidos de participar dos treinos.
O caso “Paspoortgate” acaba, portanto, sem maiores consequências. O Go Ahead Eagles poderá, assim, contar com James e Richonell Margaret no próximo sábado, enquanto Vaessen, no FC Groningen, já havia recebido seu selo da UE e estava apto a jogar contra o Telstar (0-2).
