A Confederação Africana de Futebol (CAF) encontra-se numa posição delicada, após a sucessão de crises que afetam a sua reputação e ameaçam a credibilidade das competições que organiza, tanto a nível de clubes como de seleções.
Os dirigentes da CAF ainda não se recuperaram do pesadelo do caso da final da Taça das Nações Africanas de 2025, que continua a ser analisado pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), quando surgiu uma nova crise relacionada com o jogo entre o Al Hilal do Sudão e o Renaissance Berkane de Marrocos na Liga dos Campeões.
O que chama a atenção é que a federação senegalesa e o clube Al Hilal se queixaram do andamento dos procedimentos nas audiências realizadas pelas comissões da CAF nos casos controversos em debate, o que levanta pontos de interrogação sobre a competência dessas comissões.
Essas queixas explicam o passo dado pela CAF, que anunciou, no início de abril, que busca alterar os seus regulamentos, bem como os responsáveis pelas diferentes comissões da instituição.
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