O impacto será sentido de forma diferente em diferentes ligas. Por exemplo, Barbra Banda, da Zâmbia, e Temwa Chawinga, do Malaui, são duas das maiores estrelas da NWSL, mas ambas perderão as primeiras rodadas da nova temporada nos Estados Unidos, com as partidas para a AFCON provavelmente tendo um impacto maior nessa divisão do que na Copa Asiática. A situação é semelhante na França, onde o líder da liga, Lyon, se despedirá temporariamente da ala Tabitha Chawinga, irmã de Temwa, enquanto o Paris Saint-Germain se prepara para perder até quatro jogadoras importantes na segunda quinzena de março.
Na Inglaterra, por sua vez, é a Copa Asiática que deve ter o impacto mais notável na Superliga Feminina. Nada demonstrou isso mais claramente do que o anúncio da seleção japonesa para o torneio, que conta com 16 jogadoras de clubes da WSL. A Austrália, com 12, também não ficou muito atrás desse número. A AFCON, por outro lado, terá no máximo seis jogadoras da WSL, se todas as seis jogadoras das nações africanas qualificadas forem selecionadas.
Então, quais clubes ingleses serão mais afetados pelos torneios deste mês? E quem está em melhor posição para lidar com as principais ausências? Todas as 12 equipes da WSL perderão jogadoras ao longo do que certamente será um mês de março emocionante, e a GOAL classificou todas elas com base em quem terá mais dificuldades com a situação...
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