A classificação para o mata-mata da Copa do Mundo de 2026 parece bem encaminhada para o Brasil, mas dentro da comissão técnica o foco vai além da vaga. A liderança do Grupo C é tratada como prioridade por um motivo estratégico: logística.
Mais do que evitar determinados adversários, terminar na primeira colocação permitiria à seleção seguir baseada em Nova Jersey durante praticamente toda a campanha, reduzindo viagens, preservando a recuperação dos atletas e mantendo a rotina construída desde o início do Mundial.
Com um calendário apertado e uma competição mais longa por conta do novo formato com 48 seleções, qualquer vantagem fora das quatro linhas passou a ser valorizada.






