Klopp assumiu o comando após a saída de Julian Nagelsmann, que se seguiu a mais uma participação decepcionante na Copa do Mundo, dando continuidade a uma fase difícil para a seleção nacional que remonta à sua eliminação na fase de grupos na Rússia, em 2018. Nem o eventual sucessor de Joachim Löw, Hansi Flick, nem o próprio Nagelsmann conseguiram devolver a Alemanha ao nível esperado de uma nação com seu pedigree futebolístico, deixando para Klopp a tarefa de herdar um elenco e um conjunto de problemas que se mostraram resistentes às soluções anteriores.
Sua nomeação já era considerada há muito tempo uma formalidade nos círculos do futebol alemão, mas o momento certo nunca havia chegado até agora. Klopp chega com energia, relações já estabelecidas em toda a hierarquia da DFB e profundo conhecimento do futebol nacional — fatores que o tornaram um candidato óbvio assim que o cargo ficou disponível.