"Mostrei que sei correr rápido e que sei pegar a bola. Mas muitas pessoas gostam do fato de eu saber bloquear bem. Não há muitos tight ends na NFL e no futebol universitário que consigam fazer as duas coisas", explicou Klein sobre seus pontos fortes e destacou suas qualidades de liderança: "O que me define é a maneira como lido com os outros. Tenho um bom relacionamento com aqueles que lavam minha roupa ou preparam meu café da manhã. Muitos rapazes me viram como um exemplo.”
Klein, que foi para os EUA em 2019 após concluir o ensino médio, nunca teve, segundo ele mesmo, uma alternativa aos seus planos para a NFL. “Às vezes eu digo: trocar de rumo. Mas não sei. Meu plano A sempre foi: vou para os EUA e chego à NFL. E o plano B sempre foi que o plano A desse certo”, disse ele.
Os outros seis alemães no draft — Paul Rubelt (Frankfurt/Oder), Mark Petry (Hochheim), Florian Stahler (Colônia), Maurice Heims (Hamburgo), Felix Leppen (Witzenhausen) e Leo Blumentritt (Weichs) — têm mais motivos para tremer com a possibilidade de não conseguirem uma vaga.