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Corini: “Quando pedi a camisa ao Maradona, as brincadeiras do Baggio, a discussão com o Mancini”

Eugenio Corini, ex-meio-campista e agora técnico (atualmente no Union Brescia), fala sobre sua trajetória em uma entrevista à Gazzetta dello Sport, da qual reproduzimos os trechos mais significativos.


No início da carreira, depois do Brescia veio a Juve.

“Era o verão da Italia ‘90. Cheguei à Juve com o Baggio. O Robi era uma estrela do rock, eu um desconhecido. E muitas vezes o Trap nos colocou no mesmo quarto: uma pessoa única, que me pregava muitas peças. À noite, passávamos o tempo todo jogando Pinnacola. Quantas disputas entre mim, o Baggio e o Carrera. Ninguém queria perder.”


E quando o Robi não estava, o dez era você…

​“É, mas só porque os números iam de um a onze. Brincadeiras à parte, foi uma honra vestir o dez tanto na Juventus quanto no Napoli. Só tenho um arrependimento: na única vez que enfrentei Maradona, pedi a camisa dele, mas ele a tinha prometido ao Casiraghi. E pensa como a vida é estranha: três anos depois, fui eu quem vesti aquele dez”.



  • No meio disso tudo estava a Sampdoria. Você saiu por causa do Mancini?

    “Não, a culpa foi minha. Quando era jovem, eu era meio rebelde. Roberto era importante na Sampdoria, era preciso respeitá-lo. Discutimos e eu respondi mal, errei principalmente na forma como agi. Em Gênova me senti bem, Sacchi me convocou três vezes para a Seleção. Mas fui burro, escolhi por impulso.”


    Perto da Inter

    “Na Samp, eu estava sem espaço por causa do Jugovic e queria jogar a qualquer custo. Então, meu agente conversou com a Inter para me levar para Milão. Mas o Mantovani bloqueou tudo. Ele me chamou de lado e disse: ‘Acabei de te contratar, não vou te vender. Esforce-se e você terá seu espaço’. E foi assim que aconteceu”.




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