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700 dias de sofrimento... O pesadelo do Militão continua

A luta de Éder Militão contra as lesões não foi apenas uma série de contratempos passageiros, mas se transformou em um longo pesadelo que privou o Real Madrid de um de seus principais pilares defensivos, enquanto o zagueiro brasileiro se viu em contato frequente com a sala de tratamento.

Depois que Militão se tornou o líder de fato da defesa do Real Madrid e um dos melhores zagueiros do mundo, as lesões começaram a persegui-lo a partir de 2023, afetando tanto a ele quanto à equipe, que ficou sem seu líder defensivo por longos períodos, sem que o jogador tivesse qualquer trégua.

  • Um longo sofrimento... Quando Militão vai voltar?

    O jornal *Marca* publicou uma reportagem sobre o jogador, na qual afirmou: “O sofrimento de Éder Militão com as lesões chegou a 700 dias de afastamento, que é o tempo total em que o zagueiro do Real Madrid ficou longe dos gramados apenas nas últimas três temporadas, após sofrer uma série de lesões graves que não lhe deram a chance de recuperar a continuidade”. 

    O zagueiro brasileiro continua se recuperando da última lesão sofrida em 21 de abril, que consistiu em uma ruptura grave do músculo bíceps femoral da perna esquerda — lesão que exigiu uma cirurgia e o manterá afastado dos gramados por cerca de quatro meses, o que significa que ele ficará de fora do início da nova temporada, enquanto o técnico José Mourinho, provavelmente, espera por ele a partir do mês de outubro.

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  • Nível preocupante de casos

    Essa lesão representa um novo desafio para Militão, tanto física quanto mentalmente, após ele ter sofrido mais um revés em uma longa sequência de lesões, o que elevou o tempo total de sua ausência a um nível preocupante.

    Esse pesadelo começou na temporada 2023-2024, quando sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, ficando afastado por 231 dias.

    Na temporada seguinte, sofreu mais três lesões, entre elas uma nova ruptura total do ligamento cruzado anterior acompanhada de lesão nos meniscos, mas desta vez no joelho direito, o que o afastou dos campos por 255 dias.

    O sofrimento continuou na última temporada, quando sofreu mais quatro lesões, elevando o número de dias de afastamento até o momento para 214 dias.

    Com isso, o total de lesões sofridas nas últimas três temporadas chegou a oito, somando 700 dias de afastamento.

    Atualmente, Militão está se empenhando em superar sua última lesão o mais rápido possível, na esperança de recuperar a continuidade que vem perdendo repetidamente.

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  • Quatro e seis meses antes do retorno

    O cirurgião finlandês Lasse Lempainen, que realizou a cirurgia, confirmou que a lesão era extremamente grave e que a cirurgia era a única opção.

    Lempainen disse: “Não havia outra opção. A lesão era extremamente grave, e a cirurgia era a única solução. Com essa lesão no músculo isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível. Lamentamos que ele não possa participar da Copa do Mundo neste verão”.

    Ele acrescentou: “Quando um jogador desse nível sofre uma lesão grave nos tendões da coxa, geralmente precisa de quatro a seis meses para voltar a competir no mais alto nível”.

    Essas estimativas dão a Mourinho a oportunidade de considerar Militão como uma de suas principais “contratações” nas primeiras etapas da temporada, ao lado de Rodrygo e Ferland Mendy, que também continuam se recuperando de lesões.

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