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Um único obstáculo ameaça o sonho de Mariska

O Manchester City continua com suas intensas atividades no mercado de transferências de verão, colocando o reforço da lateral-direita no topo das prioridades do técnico italiano Enzo Maresca antes do início da nova temporada.

No entanto, o desejo do campeão da Premier League de trazer de volta um dos principais ex-jogadores do Chelsea, sob o comando de seu atual técnico, esbarra em um grande obstáculo financeiro, o que pode levar o clube a desistir da negociação e buscar outras opções.

A contratação de um lateral-direito especializado tornou-se uma das principais prioridades do Manchester City durante a primeira janela de transferências liderada por Maresca no Etihad Stadium.

O técnico italiano deseja contratar um zagueiro capaz de contribuir na construção de jogadas durante a posse de bola, avançar para as áreas ofensivas e se adaptar a mais de um estilo e formação tática, em consonância com sua filosofia, sem afetar o ritmo da equipe.

Além disso, a contratação de um jogador que já atuou sob o comando de Maresca reduziria o tempo de adaptação, o que confere à negociação uma vantagem adicional do ponto de vista técnico.

Fontes revelaram ao site “CaughtOffside” que o Manchester City identificou o francês Malou Justo, lateral do Chelsea, como um dos principais alvos para reforçar a defesa, diante da convicção dentro do clube de que o jogador da seleção francesa não se opõe à ideia de se transferir para o time.

O Manchester City considerou apresentar uma oferta no valor de cerca de 45 milhões de euros, mas o Chelsea insiste em receber aproximadamente 75 milhões de libras esterlinas em troca da liberação do jogador de 23 anos.

A grande diferença entre as avaliações dos dois clubes continua sendo o principal obstáculo para a conclusão da negociação, já que relatos indicam que o Manchester City não pretende atender às exigências financeiras atuais do Chelsea, apesar das expectativas de que as negociações continuem após o término da Copa do Mundo.

Por outro lado, o Chelsea não rejeita categoricamente a ideia de vender o jogador, mas não entrará em negociações sérias a menos que receba a contrapartida financeira que considere adequada.

O conhecimento de Justo sobre as táticas de Maresca é um dos principais fatores de atração para o Manchester City, já que o jogador disputou 72 partidas sob o comando do técnico italiano no Chelsea, marcando dois gols e dando seis assistências — o que significa que o técnico não precisará de muito tempo para integrá-lo ao seu esquema tático.

O Chelsea mantém sua posição

O Chelsea possui uma posição negocial forte, já que Justo está vinculado a um contrato de longo prazo, além de não haver qualquer motivo que leve o clube londrino a reforçar um de seus principais rivais locais em troca de uma oferta que não atenda às suas expectativas.

Além disso, a capacidade do jogador de atuar em mais de uma posição na defesa, somada à sua experiência na Premier League, confere a ele um alto valor de mercado em comparação com algumas opções vindas de fora da Inglaterra, que ainda não foram testadas no ambiente da Premier League.

Apesar de o Manchester City estar convencido do potencial do jogador, a diretoria do clube considera que as exigências financeiras do Chelsea são exageradas, o que pode levá-la a voltar sua atenção para outros alvos.

A lista de possíveis alternativas inclui Tino Leframento, lateral do Newcastle United, o talentoso holandês Jevairo Red, jogador do Feyenoord, além do português Martim Fernandes, do Porto, caso o Chelsea mantenha suas exigências e não faça concessões.

Embora Justo represente uma opção ideal do ponto de vista tático para Maresca, pagar 75 milhões de libras esterlinas para contratar um lateral-direito parece um grande risco financeiro, mesmo com a clara necessidade do Manchester City de reforçar essa posição.

Por outro lado, a posição do Chelsea parece compreensível, já que o clube busca manter um de seus principais ativos, especialmente quando se trata da venda de um jogador para um rival direto na Premier League, o que faz com que a conclusão da negociação dependa da disposição de uma das partes em fazer concessões nos próximos dias.

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