Andrew Giuliani, diretor executivo de operações da Copa do Mundo de 2026, pôs fim à polêmica em torno da presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na partida de estreia da seleção de seu país contra o Paraguai, na madrugada deste sábado, em Los Angeles, confirmando que o presidente não estará presente nas arquibancadas.
Giuliani revelou, em declarações à emissora britânica “TalkSport”, que a agenda lotada de Trump está por trás de sua ausência no jogo, aguardado por milhões de americanos, indicando que o presidente informou à comissão organizadora que não poderia comparecer.
Giuliani disse: “Fomos informados oficialmente de que o presidente não comparecerá à partida de abertura devido a seus compromissos presidenciais intensos, mas temos certeza de que ele participará dos eventos do torneio nas próximas etapas”.
No entanto, o funcionário americano não descartou uma surpresa de grande porte, acrescentando com tom de confiança: “Pelo que conheço do presidente Trump há 30 anos, o que posso dizer é: esperem o inesperado. Não ficaria surpreso se o víssemos em vários jogos durante o torneio”.
Giuliani negou categoricamente que haja motivos de segurança por trás da decisão de ausência, enfatizando que a não presença de Trump na primeira partida não reflete, de forma alguma, sua falta de interesse pelo maior evento de futebol em solo americano.
O presidente americano demonstrou um claro entusiasmo pelo futebol no verão passado, quando assistiu à final da Copa do Mundo de Clubes realizada nos Estados Unidos, que viu o Chelsea inglês conquistar o título ao derrotar o Paris Saint-Germain francês.
A ausência prevista de Trump ocorre em meio a um clima político tenso em torno do campeonato, diante da crescente polêmica sobre as políticas de seu governo em relação à concessão de vistos a torcedores, jogadores e árbitros de vários países, o que lançou uma sombra sobre os preparativos finais para a Copa do Mundo.



