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Argentina v Egypt: Round of 16 - FIFA World Cup 2026Getty Images Sport

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“Temos nossas próprias soluções”... Mensagem da Suíça para Messi

O futebol suíço se prepara para viver um momento decisivo e histórico na cidade de Kansas City, nos Estados Unidos, na madrugada de domingo (às 4h da manhã, horário de Meca), quando a seleção suíça enfrentará a argentina nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026 — a primeira vez que chega a essa fase desde 1954.

Apesar da enorme pressão e da importância do confronto, o técnico da Suíça, Murad Yakin, demonstrou calma, confiança e grande equilíbrio emocional durante a coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira.

Quando questionado sobre o plano e as soluções disponíveis para neutralizar a ameaça do lendário Lionel Messi e minimizar seu perigo, Yakin comentou, segundo reportagem do jornal francês “L’Équipe”: “Existem várias soluções, e vamos tentar encontrar a melhor delas. Vamos tentar pressioná-los em suas áreas mais à frente e evitar perder a posse de bola repetidamente. Podemos falar muito aqui, mas temos que fazer o trabalho de fato em campo; temos nossas próprias soluções.”

Quanto ao impacto do clima quente do centro-oeste dos Estados Unidos, totalmente diferente das temperaturas amenas a que a equipe está acostumada em Vancouver, no Canadá, o técnico minimizou a importância desse fator, explicando: “Já vivemos esse clima em San José também. Tivemos dois dias para nos adaptar, temos mais um treino hoje ao meio-dia (sexta-feira) e vamos jogar à noite; portanto, essa situação não é novidade para nós.”

Quanto à sensação de alguns de que o atual campeão mundial (a seleção argentina) possa receber algum tipo de favoritismo ou preferência por parte da arbitragem, Yakin demonstrou total confiança na imparcialidade da arbitragem, afirmando: “Acredito que as partidas são conduzidas com justiça; hoje em dia, podemos controlar e revisar tudo por meio da tecnologia do VAR. A Argentina tem uma seleção muito forte e fisicamente preparada, e nós já enfrentamos uma seleção sul-americana neste torneio, que foi a Colômbia. Os jogadores da Argentina são inteligentes e têm muita paixão, e precisamos entrar em campo munidos dessas mesmas qualidades”.

Ao encerrar sua fala, o ex-zagueiro da seleção nacional, de 51 anos, revelou sua grande ambição e seu estilo ofensivo para surpreender a América do Sul, citando partidas anteriores do adversário: “Jogamos contra diferentes estilos e temos várias opções táticas. Assistimos a partidas de outras seleções que enfrentaram a Argentina; temos nosso próprio estilo e vamos mostrá-lo a vocês amanhã. Meus jogadores adoram correr, e vamos tentar quebrar a pressão do adversário e abrir caminho para sermos perigosos na área deles. Vimos, por exemplo, que a seleção de Cabo Verde teve alguns bons momentos e chances contra a Argentina, e nós também vamos tentar criar nossos próprios momentos.”

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