O interesse do Barcelona por Mesut Özil tem uma condição clara e compartilhada pelos técnicos que decidem: é uma alternativa ao número um na lista de preferências, que continua sendo Philippe Coutinho. Mas a realidade não é como se gostaria e, até hoje, o fato é que o Liverpool não está colocando um tapete vermelho para o brasileiro sair na próxima janela para a Espanha. Portanto, e tendo em conta a lição deixada pelo último dia do mercado nos escritórios do clube azulgrana, onde a frustração se instalou depois de não poder assinar nem com o craque brasileiro, nem com Di Maria, foi decidido ter um plano B. E nada mais é do que Mesut Özil.
Isso sim, é um plano secundário, uma alternativa, uma segunda opção para Coutinho. A versão mais desviada e interessada torna esta espécie executada, quando a realidade é que tem havido consenso sobre o Coutinho há muito tempo, mas também há consenso sobre Özil como uma alternativa de qualidade.
Getty
Foto: Getty Images
Para dar um exemplo claro, o caso é que Robert Fernandez não é contrário a uma hipotética contratação de Özil. Ele e Urbano, seu assistente, endossam a qualidade do alemão e que sua situação atual (seis meses após o término do contrato) o torna o melhor candidato em termos de qualidade - preço para reforçar o time. Mas sua obrigação é exigir um esforço por Coutinho. A realidade é o que é e o Liverpool, por enquanto, não vende.

