Cristiano Ronaldo enfrenta outro verão esgotante. Os compromissos esportivos não param de se acumular na agenda do atacante português que, quase sem descanso, celebrou brevemente os títulos com o Real Madrid na La Liga e na Champions para liderar Portugal em busca da Copa das Confederações.
O intenso final de trabalho no clube se soma ao agitado início da próxima temporada, quando se espera que o Real Madrid seja campeão da Espanha e da Europa. E o fato de ter ganhado ambos os torneios, provocará um adiantamento da temporada no clube, antes do retorno dos demais times, para disputar a Supercopa da Europa e da Espanha. Um prêmio que que por sua vez é uma desvantagem, por condicionar a pré-temporada e carregar o calendário, incluindo o Mundial de Clubes que será disputado novamente em dezembro.
Cristiano Ronaldo foi utilizado com cuidado por Zinedine Zidane nesta temporada. A idade do craque, acima dos 30, e o elevado número de partidas, o obrigou a esta decisão, que mostrou ser acertada sendo comprovada com a energia que Ronaldo chegou a esta época do ano.
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Embora seja normal que os jogadores desfrutem de 45 dias de descanso, as férias para o português podem ser diminuídas para 37 dias, por conta da Copa das Confederações – termina no dia 2 de julho – e da final da Supercopa da Europa contra o Manchester United, encontro especial a nível pessoal para o jogador que poderia perder por não chegar preparado fisicamente ao jogo. Assim, um grande sacrifício terá que ser feito para que não chegue despreparado.
Nestes trinta dias, Ronaldo deveria encontrar espaço para relaxar, descansar, curtir e depois retornar aos treinamentos com o Real Madrid para se preparar para o jogo contra o United, retornando ao clube para brigar pelo título e na semana seguinte enfrentar o Barcelona para depois iniciar a La Liga.



