O Benfica definiu sua única condição para abrir mão de seu atacante grego Vangelis Pavlidis em favor do Barcelona, que segue em seus esforços para fechar a contratação de um centroavante durante o último mês do mercado de transferências de verão.
De acordo com o jornal espanhol "Mundo Deportivo", o Benfica estipulou como condição a chegada de uma proposta que não possa ser recusada para concordar em vender Pavlidis, isso em meio à busca do clube catalão por um substituto para sua opção preferida, Julián Álvarez, atacante do Atlético de Madrid, depois de os colchoneros adotarem uma postura ofensiva contra o Barça, que se traduziu na apresentação de uma queixa oficial à Fifa por assédio, fazendo surgir vários nomes alternativos, entre eles Pavlidis, de 27 anos.
O jornal esclareceu que a ideia de vender Pavlidis é considerada, em primeiro lugar, improvável por parte da diretoria do Benfica, uma postura que só mudará caso seja apresentada aquela proposta irresistível. As reportagens também indicaram que, até o fim do mês de julho passado, a diretoria do clube mais premiado de Portugal não havia recebido nenhuma proposta oficial para a contratação do artilheiro da equipe.
O jornal português "A Bola", próximo dos bastidores do Benfica, informou que Pavlidis saiu para tirar suas férias sentindo grande preocupação e frustração, já que teve dúvidas sobre os planos do clube, acreditando que a diretoria deseja vendê-lo para compensar as perdas financeiras decorrentes do fracasso da equipe em se classificar para a Liga dos Campeões da Europa, especialmente depois de o jogador ter passado por um período de seca de gols, no qual se limitou a marcar apenas três gols entre os meses de fevereiro e maio.
Os últimos dias testemunharam uma reviravolta radical na trajetória do atacante grego, que conseguiu marcar quatro gols durante a fase preliminar da Liga Europa.
As mesmas reportagens revelaram que a Juventus consultou, durante o período de transferências, a possibilidade de contratar Pavlidis, mas a exigência da diretoria do clube português de um valor de 40 milhões de euros levou o clube italiano a desistir de concretizar a negociação.


