Kylian Mbappé, astro do Real Madrid, minimizou a importância das vaias que recebeu da torcida merengue na temporada passada.
Mbappé afirmou, em entrevista concedida ao jornal francês "L'Équipe", sobre as vaias no estádio Santiago Bernabéu: "Essas coisas acontecem naturalmente. Vocês sabem quantos jogadores foram vaiados em Madrid? Todos continuam vivos, não é mesmo? Quando você se junta ao Real Madrid, sabe onde está entrando. Isso não me afetou muito. E, além disso, entendo que a torcida expresse sua insatisfação".
Sobre a existência de um complexo de inferioridade da seleção francesa diante da Espanha, ele respondeu: "Não. Erramos na forma como lidamos com o início da nossa partida contra eles na Copa do Mundo. O pênalti foi um ponto de virada, porque não estava acontecendo muita coisa antes dele".
E acrescentou: "Quando você fica atrás no placar diante de uma equipe que gosta de ter a posse de bola, as coisas ficam mais difíceis. Não soubemos como nos reorganizar. De qualquer forma, o torneio foi positivo. Conseguimos fazer os franceses sonhar e os deixamos orgulhosos. E isso também é uma vitória".
Sobre o racismo que sofreu de um senador no Senado paraguaio, o astro francês declarou: "Tive o apoio do governo do Paraguai, assim como o apoio do presidente Emmanuel Macron, com quem estive em contato, e o apoio de todas as instituições".
E concluiu: "Estávamos falando sobre o que disse Michel Platini, a respeito da necessidade de aceitar tudo. Bem, eu não aceito essas coisas. E não tenho problema algum em mostrar que, em 2026, temos pessoas que ocupam cargos importantes, mas que demonstram uma incompetência excepcional. Sempre teremos a energia necessária para combater isso".
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