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Libertadores faz Rafinha manter sequência 100% em finais: “é para poucos”

Com o título da Libertadores, Rafinha conseguiu manter uma sequência impressionante que vem desde a época do Bayern. O lateral venceu todas as finais que disputou com o clube alemão e chegou a 13 títulos em 13 finais consecutivas.

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No Bayern de Munique, além das sete Bundesligas que conquistou, Rafinha venceu 12 torneios mata-mata e não perdeu nenhuma decisão. "Jogar em clube grande é maravilhoso, mas você jogar e conquistar, aí é para poucos mesmo e eu tive o prazer de escrever meu nome na história do Bayern”, afirmou Rafinha à Bundesliga.

A lista de títulos do lateral não é pequena e conta com títulos da Liga dos Campeões, Mundial de Clubes e mais recentemente o Brasileirão, já com a camisa do Flamengo. Mas antes de chegar no Bayern e conquistar tudo o que disputou, Rafinha passou por algumas dificuldades no interior do Paraná, onde nasceu e cresceu.

“Meu pai faleceu em 2002. Eu não gosto de falar do meu pai porque eu fico muito sentido. É uma coisa que falta muito na minha vida, meu pai. Se meu pai estivesse vivo, minha carreira seria completa”, contou Rafinha.

Antes de conquistar tudo na Alemanha com a camisa do Bayern, Rafinha passou por alguns apuros. Ele chegou no país em 2005 para jogar no Schalke 04 e ele conta que a ideia de morar lá o assustava um pouco.

“Cheguei lá e meu Deus... como vou falar essa língua? Não entendo nada. Um frio... era verão, cheguei e estava chovendo, com vento. Verão sem sol?”, relembrou Rafinha, que em cinco temporadas com o Schalke, ajudou o time a ficar entre o G4 em quatro oportunidades.

Agora, com a camisa do Flamengo, Rafinha colocou mais uma vez seu nome da história ao se tornar o sétimo brasileiro a conquistar a Libertadores e a Liga dos Campeões. E ele é apenas o segundo a vencer primeiro o europeu e depois o sul-americano - o primeiro a conseguir isso foi Ronaldinho Gaúcho.

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