Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), voltou a ser o centro das atenções da mídia com declarações polêmicas, repletas de ironia direta e promessas de mais mudanças na estrutura do maior torneio do mundo.
Antes do início da partida de abertura da Copa do Mundo de 2026 entre México e África do Sul, Infantino falou em entrevista ao canal brasileiro “CazéTV” sobre o futuro do torneio, especialmente diante das críticas e da polêmica que acompanharam a organização na América do Norte nos últimos dias. O dirigente suíço-italiano não se limitou a falar sobre questões organizacionais, mas aproveitou a plataforma para lançar uma crítica severa à seleção de seu país natal, a Itália, que fica de fora do torneio mundial pela terceira vez consecutiva.
Ao comentar sobre a expansão histórica da Copa do Mundo atual, Infantino disse: “Primeiro, precisamos ver como será esta primeira edição com 48 seleções. É claro que cada fase de eliminatórias representa um grande evento, e já pensamos na possibilidade de aumentar o número para 64 seleções no futuro, pois isso aumentaria a participação e reforçaria a interação global com o torneio.”
No entanto, a declaração que roubou a cena foi dirigida à seleção italiana; após falar sobre o aumento de vagas, Infantino ironizou o fracasso recorrente da Itália em se classificar, dizendo: “Talvez a Itália se classifique se aumentarmos o número para 64 equipes, ou talvez aumentemos para 208 seleções para ver se eles conseguirão se classificar nessa altura”, encerrando sua frase com uma risada sarcástica diante das câmeras.
