Uli Hoeness, presidente honorário do Bayern de Munique, lançou um ataque contundente contra Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), por causa de algumas de suas decisões, além de ter criticado os planos de ampliação da Copa do Mundo e a tendência de envolver investidores no torneio.
Sobre o episódio da suspensão do jogador norte-americano Folarin Balogun ter sido revertida na Copa do Mundo de 2026, Hoeness afirmou, em declarações à rede "Sky Sport - Alemanha": "O senhor Infantino cometeu alguns erros durante seu tempo no futebol, mas este foi um dos maiores deles".
E completou: "Se você permite que um homem como Donald Trump decida ou influencie se um jogador será suspenso ou não, este é o começo do fim da competição. E se aceitarmos algo assim, este deixa de ser o meu esporte. Para mim, aquilo foi simplesmente inaceitável".
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E acrescentou Hoeness, falando sobre o plano de Infantino relacionado à chegada de investidores à Copa do Mundo: "Nunca imaginei que fosse possível alguém surgir com uma ideia dessas. Toda a evolução para a qual Infantino empurra também é preocupante: o torneio contava com 48 seleções e, em breve, passará a ter 64".
E prosseguiu: "Nós já disponibilizamos nossos jogadores (para as seleções) por 6 semanas, e agora esse período pode ficar ainda mais longo. É algo inacreditável".
E continuou a lenda do Bayern de Munique: "Eu sou realmente a favor de apoiar as pequenas federações, mas a Copa do Mundo deve ser um evento de elite. Caso contrário, haverá mais canais de televisão pagando dinheiro, mas uma coisa será sacrificada em troca: o próprio futebol".
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