No Atlético, a falta de gols é um problema a ser resolvido nesta temporada. Simeone e seus jogadores acreditam que o ruim seria não ter chances criadas, que eles tem, mas com o passar dos jogos e com cada vez mais 'X' em sua classificação, a falta de gols segue pesando, ainda mais quando o time tem cinco atacantes no elenco: Griezmann, Gameiro, Correa, Torres e Vietto. O caso do francês, além disso, tem sua história.
Sua participação na ofensiva no time colchoneto tem sido bastante reduzida. Comparando seus números com os da outra temporada, o jogador tem os piores números desde que chegou ao clube. No campo ofensivo, onde o camisa sete se movia como se estivesse sobre a água para dar assistências e marcar gols, agora já não é mais a mesma coisa.
Em sua primeira temporada, neste mesmo ponto do ano, Grizemann comemorou cinco gols e deu uma assistência. No segundo, ele alcançou seis gols e deu três passes para gol e no ano passado ele obteve sete gols e deu cinco assistências, enquanto nesta campanha foram apenas três gols e duas assistências.
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Esta temporada, além disso, o atacante finalizou 13 vezes. Muito longe dos 40 chutes que ele deu no seu primeiro ano no clube. Além dos 36 da temporada passada. E dos 33 em 2015-16.
Se falarmos sobre os passes que foram distribuídos nessa área do campo a queda é mais profunda. De 186 passes no seu ano de estreia, atingiu 236 no segundo ano e ficou em 233 no ano passado. Esta temporada, no entanto, seu número foi reduzido para apenas 125 passes na zona final do campo Um número que reflete perfeitamente como o ataque do Atlético sofre quando não tem Griezmann como guia.
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Simeone já disse em uma coletiva de imprensa que o problema do francês é que ele deixou as pessoas mal acostumadas. Por seus bons números desde que chegou, por seus gols e assistências. Pela maneira que tinha que atacar com o Atlético. Algo que nesta temporada o Atlético não está fazendo.
