A LaLiga registrou uma série de cânticos ofensivos ocorridos nos estádios durante as partidas da sétima rodada da Primeira Divisão, além da sexta rodada da Segunda Divisão, e os encaminhou ao Comitê de Competições da Federação Espanhola e ao Comitê Nacional contra a Violência.
Semanalmente, a LaLiga elabora um relatório que inclui os cânticos que incitam à violência, carregam conteúdos ofensivos ou envolvem intolerância, com vistas a encaminhá-los aos órgãos competentes para a adoção das medidas cabíveis.
Segundo informações do jornal "Marca", a rodada teve cânticos que miraram diversas partes, entre elas o Real Madrid e o Barcelona, além da Espanha e sua seleção nacional e do rei Felipe VI, bem como outros cânticos dirigidos a jogadores e árbitros.
Os principais fatos registrados pela liga foram os seguintes:
Osasuna x Rayo Vallecano
"Espanha puta, e a seleção puta", durante o segundo tempo, e "Espanha escória, e o rei fascista, e todos os seus seguidores filhos de putas".
Celta x Racing
"Sim, com todos os diabos, Santander puta", em duas ocasiões durante a partida.
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Sevilla x Barcelona
"Barcelona, Barcelona, escória!" em três ocasiões, e "chuta nele, chuta nele", quando um dos jogadores do Barcelona recebia atendimento da equipe médica no gramado.
Getafe x Málaga
"Oh, ôa, todo dia um idiota nos apita!", em cântico dirigido ao árbitro.
Atlético de Madrid x Real Madrid
"Os madridistas, filhos de putas" três vezes, e "Real Madrid puto, Real Madrid puto" mais uma vez, e "que venham vê-lo, que venham vê-lo, isso não é um goleiro, isso é uma puta de boate" mais uma vez.
Valencia x Real Sociedad
"Que venham vê-lo, que venham vê-lo, isso não é um goleiro, isso é uma puta de boate", e "Carlos Soler, filho de uma puta".
Cádiz x Girona
"Aaaaah filho da puta", por 3 segundos, no momento em que o goleiro do time visitante cobrava o tiro de meta, e isso em quatro ocasiões.
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